Um espaço onde quem lidera é o mercado financeiro. Aqui encontras a minha opinião, mas a tua também é bem-vinda, partilha-a.
terça-feira, 20 de março de 2018
Cenários para Sonae Indústria
A Sonae Indústria surpreende os investidores com uma sessão marcada pela forte presença vendedora. O título esteve a cair mais de 11%. O que esperar da Sonae Indústria? Qual o cenário mais provável a muitíssimo curto prazo?
Prudência! Bons investimentos!
domingo, 18 de março de 2018
Análise técnica: Altri, BCP e Corticeira Amorim
A Altri, BCP e Corticeira Amorim são as empresas em destaque, e também inclui um breve comentário sobre o PSI20. Partilho algumas perspectivas a curto prazo para os títulos.
Bons investimentos!
Bons investimentos!
quinta-feira, 15 de março de 2018
Análise Técnica: EUR/USD, USD/CAD, GBP/USD, USD/JPY e AUD/USD.
No mercado financeiro existem outras opções de investimento para além das acções, entre elas está o Forex (mercado de divisas). Um mercado ainda pouco falado por este lados, mas não significa que seja menos interessante comparativamente com outros instrumentos financeiros.
O EUR/USD, USD/CAD, GBP/USD, USD/JPY e AUD/USD: são os pares em destaque.
Partilho algumas perspectivas a curto prazo.
Bons investimentos!
O EUR/USD, USD/CAD, GBP/USD, USD/JPY e AUD/USD: são os pares em destaque.
Partilho algumas perspectivas a curto prazo.
domingo, 11 de março de 2018
Por detrás da neblina
O mercado financeiro não muda, é igual dia após dia. O que muda somos nós. Pessoas com ambições, objectivos, incertezas, e a lista que se estende conforme a individualidade de cada um.
Olhava para o monitor com o mesmo entusiasmo, mas o foco não estava lá. O desconforto, a temperatura do corpo levava-me a assumir uma postura de ausência, algo não estava bem - dizia eu.
É quando sentimos que a "rotina" do nosso bem estar é quebrada que levamos em consideração, nem que seja por breves momentos, como é bom sentirmo-nos saudáveis novamente. Esta analogia relacionada ao corpóreo, também se assemelha à relação que podemos ter com o dinheiro.
"Quando tiver x, vou fazer isto, aquilo,...", "...se os meus investimentos renderem y, vou fazer uma viagem especial em família...", entre muitas outras frases. O sonho começa saudável, altas expectativas, e quando as variáveis se desviam do "propósito" inicial, o investidor sente os pilares a ruírem.
Agora, o investidor num estado emocional alterado, tenta ver o caminho mas apenas encontra pequenas bifurcações num vale, onde o sol há muito se deitou. Durante essa caminhada, quando o investidor permanece mais em silêncio, surge uma ou outra pergunta: "O que poderia ter feito com o dinheiro?", "O que poderia comprar com o dinheiro perdido?", "Podia ter realizado aquela viagem especial?", "Precisava de mais dinheiro para fazer o que queria?".

Aqueles que se atreverem a fazer uma reflexão um pouco mais profunda, acabam por encontrar as suas respostas. Concluem que (talvez) muitos dos projectos poderiam ter sido realizados há um, dois anos, ou seis meses atrás. A questão não era o dinheiro. Algo estava encoberto por uma cortina, e num ambiente de reflexão, cumplicidade e confidencialidade, tudo ganha outra nitidez.
O sol volta a nascer normalmente, as bifurcações permanecem, mas desta vez consegue ver as placas com direcção. Agora num estado emocional mais alinhado com o seu propósito, o eco é outro.
O que quero fazer?
O que me dá tranquilidade?
O que é importante na minha vida?
Boa caminhada!
Olhava para o monitor com o mesmo entusiasmo, mas o foco não estava lá. O desconforto, a temperatura do corpo levava-me a assumir uma postura de ausência, algo não estava bem - dizia eu.
É quando sentimos que a "rotina" do nosso bem estar é quebrada que levamos em consideração, nem que seja por breves momentos, como é bom sentirmo-nos saudáveis novamente. Esta analogia relacionada ao corpóreo, também se assemelha à relação que podemos ter com o dinheiro.
"Quando tiver x, vou fazer isto, aquilo,...", "...se os meus investimentos renderem y, vou fazer uma viagem especial em família...", entre muitas outras frases. O sonho começa saudável, altas expectativas, e quando as variáveis se desviam do "propósito" inicial, o investidor sente os pilares a ruírem.
Agora, o investidor num estado emocional alterado, tenta ver o caminho mas apenas encontra pequenas bifurcações num vale, onde o sol há muito se deitou. Durante essa caminhada, quando o investidor permanece mais em silêncio, surge uma ou outra pergunta: "O que poderia ter feito com o dinheiro?", "O que poderia comprar com o dinheiro perdido?", "Podia ter realizado aquela viagem especial?", "Precisava de mais dinheiro para fazer o que queria?".

Aqueles que se atreverem a fazer uma reflexão um pouco mais profunda, acabam por encontrar as suas respostas. Concluem que (talvez) muitos dos projectos poderiam ter sido realizados há um, dois anos, ou seis meses atrás. A questão não era o dinheiro. Algo estava encoberto por uma cortina, e num ambiente de reflexão, cumplicidade e confidencialidade, tudo ganha outra nitidez.
O sol volta a nascer normalmente, as bifurcações permanecem, mas desta vez consegue ver as placas com direcção. Agora num estado emocional mais alinhado com o seu propósito, o eco é outro.
O que quero fazer?
O que me dá tranquilidade?
O que é importante na minha vida?
Boa caminhada!
domingo, 25 de fevereiro de 2018
Estudo de mercado: Análise de 9 acções portuguesas
Cofina, F.Rama, Glintt-Global, Impresa,Inapa, Martifer, Sag Gest, Sonae Indústria e Teixeira Duarte: são as empresas em destaque. Partilho algumas perspectivas a curto prazo para os títulos.
Bons investimentos!
domingo, 18 de fevereiro de 2018
Estudo de mercado: Análise de 17 acções portuguesas
Altri, BCP, Corticeira Amorim, CTT Correios de Portugal, EDP
, Galp, Ibersol, Jerónimo Martins, Mota-Engil, NOS SGPS, Novabase, Pharol SGPS,
Redes Energéticas Nacionais, Semapa, Sonae SGPS, Sonae Capital e The Navigator
Company SA: são as empresas em destaque. Partilho algumas perspectivas a (muito) curto prazo para os títulos.
Bons investimentos!
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Dinâmica do Mercado
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20:07:00
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Novabase,
Pharol SGPS,
REN,
Semapa,
Sonae Capital,
Sonae sgps,
The Navigator company
Sem comentários:
domingo, 11 de fevereiro de 2018
O negativismo paira sobre os investidores
Nas últimas duas semanas, o comportamento dos mercados financeiros levou os investidores e os mídia a intensificarem os comentários. No geral os principais índices bolsistas chegaram a desvalorizar quase 10%. Houve um dia ou outro mais intenso, trazendo consigo a palavra "mini-crash" à baila.
A volatilidade, a desvalorização e a procura pelas justificações destes acontecimentos parecem paralisar o investidor.
O negativismo volta a reinar?
Enquanto uns tendem a deixar as emoções e associações de anteriores acontecimentos tomarem conta de si, outros vêem com outra perspectiva, ou seja como "Oportunidades". Houve quem aproveitasse para reforçar as posições em acções, enquanto que outros viram a oportunidade noutros instrumentos, mais ligados aos índices.
Haverá razões para preocupações?
Responderei a esta questão com outra pergunta: tem seguido o seu plano de trading?
Certamente que durante este período mais volátil e menos optimista, algumas posições tiveram que ser liquidadas. Algo natural neste negócio.
Apesar de ninguém saber concretamente a justificação para o aumento da actividade vendedora no mercado, a única verdade é que ela existiu. Detectou-se em algum lado um motivo ou mais para promover as vendas, e assim foram feitas, seja por algoritmos ou investidores institucionais. Consequentemente, o natural comportamento do ser humano acaba por dar uma força suplementar aos movimentos.
Poderiam culpar as recentes desvalorizações face aos comportamentos dos índices bolsistas norte americanos, no entanto, fazendo uma análise ao gráfico mensal dos últimos nove anos, facilmente se verifica que não estão correlacionados. Era bom que assim fosse. Actualmente, o S&P500 encontra-se acima do mínimo registado em 2009 em + 290%, enquanto que o PSI20 luta para conquistar terreno, mas fica pelos - 7%.
Infelizmente o mercado financeiro português ainda é pequeno e pouco atractivo face às restantes opções. Numa breve passagem pelos títulos portugueses, as últimas duas semanas acabaram por desconfigurar os movimentos da maior parte das acções.
Embora o cenário esteja mais complexo, existirão oportunidades (com uma perspectiva de menor duração), umas com maior risco do que outras, nas seguintes acções: Ibersol, Jerónimo Martins, BCP, Altri, EDP, Mota-Engil, Sonae e Teixeira Duarte.
O que fazer quando surge volatilidade, incerteza e oportunidades confirmadas (segundo a estratégia)?
Sente-se confortável neste ambiente? Se não, considere não tomar qualquer posição nestes períodos. Se sim, ter bem definido o ponto de saída é essencial e ter um plano B (de saída), caso o desenvolvimento do título não corresponda ao previsto inicialmente.
Bons trades!
A volatilidade, a desvalorização e a procura pelas justificações destes acontecimentos parecem paralisar o investidor.
O negativismo volta a reinar?
Enquanto uns tendem a deixar as emoções e associações de anteriores acontecimentos tomarem conta de si, outros vêem com outra perspectiva, ou seja como "Oportunidades". Houve quem aproveitasse para reforçar as posições em acções, enquanto que outros viram a oportunidade noutros instrumentos, mais ligados aos índices.
Haverá razões para preocupações?
Responderei a esta questão com outra pergunta: tem seguido o seu plano de trading?
Certamente que durante este período mais volátil e menos optimista, algumas posições tiveram que ser liquidadas. Algo natural neste negócio.
Apesar de ninguém saber concretamente a justificação para o aumento da actividade vendedora no mercado, a única verdade é que ela existiu. Detectou-se em algum lado um motivo ou mais para promover as vendas, e assim foram feitas, seja por algoritmos ou investidores institucionais. Consequentemente, o natural comportamento do ser humano acaba por dar uma força suplementar aos movimentos.
Poderiam culpar as recentes desvalorizações face aos comportamentos dos índices bolsistas norte americanos, no entanto, fazendo uma análise ao gráfico mensal dos últimos nove anos, facilmente se verifica que não estão correlacionados. Era bom que assim fosse. Actualmente, o S&P500 encontra-se acima do mínimo registado em 2009 em + 290%, enquanto que o PSI20 luta para conquistar terreno, mas fica pelos - 7%.
Infelizmente o mercado financeiro português ainda é pequeno e pouco atractivo face às restantes opções. Numa breve passagem pelos títulos portugueses, as últimas duas semanas acabaram por desconfigurar os movimentos da maior parte das acções.
Embora o cenário esteja mais complexo, existirão oportunidades (com uma perspectiva de menor duração), umas com maior risco do que outras, nas seguintes acções: Ibersol, Jerónimo Martins, BCP, Altri, EDP, Mota-Engil, Sonae e Teixeira Duarte.
O que fazer quando surge volatilidade, incerteza e oportunidades confirmadas (segundo a estratégia)?
Sente-se confortável neste ambiente? Se não, considere não tomar qualquer posição nestes períodos. Se sim, ter bem definido o ponto de saída é essencial e ter um plano B (de saída), caso o desenvolvimento do título não corresponda ao previsto inicialmente.
Bons trades!
domingo, 4 de fevereiro de 2018
O sucesso está em diversificar o invisível
O mercado financeiro é dinâmico, existindo várias opções possíveis de investimento para diversificar. Alguns investidores consideram essa diversidade um dos principais elementos para o sucesso, outros nem tanto. Ambos os lados apresentam argumentos plausíveis. Para um investidor com recursos mais limitados, isto é, com uma conta de valor mais reduzido, a diversificação pode ter o efeito contrário.
É comum em alguns investidores que têm uma passagem menos positiva pela bolsa, dizerem "o meu problema foi diversificar", "diversifiquei e mesmo assim perdi". E mesmo assim, continuar longe da verdadeira questão. Um dia dedicarei mais tempo ao tema das últimas linhas.
Hoje o tema é: O sucesso está em diversificar o invisível.
As (melhores) oportunidades nem sempre aparecem no momento que desejamos. O que fazer? Esperar? Tens a certeza? Enquanto a resposta tarda a chegar, poderias pensar nas seguintes palavras.
Pára de negociar a tua autoestima na bolsa?
Não percebi?
Com frequência transportamos os desejos, os sonhos, os novos projectos para a bolsa. Se eu ganhar tanto, farei isto, aquilo, etc...Quando o comportamento do mercado financeiro vai em sentido oposto do planeado, a auto-estima, a auto-confiança, parece cair num buraco sem fundo. O que pode levar a esse extremo?
Para alguns investidores, negociar na bolsa de valores é como negociar com a sua "vida" (em sentido figurado). Vida esta que só existirá após alcançar um determinado objectivo. Isto não acontece só com os investidores, mas também com todas as pessoas no geral, que se dedicam de uma forma pouco equilibrada a um objectivo.
Quando se investe na bolsa com a "vida", o investidor tende a abrir as portas à vulnerabilidade, à pressão, ao baixo desempenho, vivendo tempos categorizados como cinzentos. É isso que queres? Certamente que não. Então, considera diversificar o invisível. Um dos caminhos para o sucesso reside em dedicar algum tempo a esse princípio.
O que é diversificar o invisível?
Somos seres humanos completos, complexos e extraordinários, mas na maioria das vezes afastamos-nos mais da nossa essência do que deveríamos. Este comportamento transparece frequentemente na incoerência dos nossos actos. Sabemos o que é melhor para nós mas agimos contrariando isso. Investir no invisível é investir na harmonia entre coração e cabeça, entre racional e emocional. A emoção, os afectos são basilares no nosso dia a dia, em qualquer tarefa que desempenhemos. Havendo equilíbrio emocional aprendemos a relativizar o racional e consequentemente, o que de menos bom nos possa acontecer. Estamos sempre a tempo de reavaliar as nossas acções, não só as da bolsa mas as da nossa vida, subentenda-se as nossas atitudes. Como nos ensinou O Principezinho de Antoine Saint-Exupéry "o essencial é invisível aos nossos olhos".
É comum em alguns investidores que têm uma passagem menos positiva pela bolsa, dizerem "o meu problema foi diversificar", "diversifiquei e mesmo assim perdi". E mesmo assim, continuar longe da verdadeira questão. Um dia dedicarei mais tempo ao tema das últimas linhas.
Hoje o tema é: O sucesso está em diversificar o invisível.
As (melhores) oportunidades nem sempre aparecem no momento que desejamos. O que fazer? Esperar? Tens a certeza? Enquanto a resposta tarda a chegar, poderias pensar nas seguintes palavras.
Pára de negociar a tua autoestima na bolsa?
Não percebi?
Com frequência transportamos os desejos, os sonhos, os novos projectos para a bolsa. Se eu ganhar tanto, farei isto, aquilo, etc...Quando o comportamento do mercado financeiro vai em sentido oposto do planeado, a auto-estima, a auto-confiança, parece cair num buraco sem fundo. O que pode levar a esse extremo?
Para alguns investidores, negociar na bolsa de valores é como negociar com a sua "vida" (em sentido figurado). Vida esta que só existirá após alcançar um determinado objectivo. Isto não acontece só com os investidores, mas também com todas as pessoas no geral, que se dedicam de uma forma pouco equilibrada a um objectivo.
Quando se investe na bolsa com a "vida", o investidor tende a abrir as portas à vulnerabilidade, à pressão, ao baixo desempenho, vivendo tempos categorizados como cinzentos. É isso que queres? Certamente que não. Então, considera diversificar o invisível. Um dos caminhos para o sucesso reside em dedicar algum tempo a esse princípio.
O que é diversificar o invisível?
Somos seres humanos completos, complexos e extraordinários, mas na maioria das vezes afastamos-nos mais da nossa essência do que deveríamos. Este comportamento transparece frequentemente na incoerência dos nossos actos. Sabemos o que é melhor para nós mas agimos contrariando isso. Investir no invisível é investir na harmonia entre coração e cabeça, entre racional e emocional. A emoção, os afectos são basilares no nosso dia a dia, em qualquer tarefa que desempenhemos. Havendo equilíbrio emocional aprendemos a relativizar o racional e consequentemente, o que de menos bom nos possa acontecer. Estamos sempre a tempo de reavaliar as nossas acções, não só as da bolsa mas as da nossa vida, subentenda-se as nossas atitudes. Como nos ensinou O Principezinho de Antoine Saint-Exupéry "o essencial é invisível aos nossos olhos".
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