Novo ano, novas expectativas, novos ou renovados caminhos, com desafios que surgem sem aviso prévio. A cada início de ano é assim: muitos desejos, sucessos para alcançar, sonhos para realizar e esperança num ano que se espera promissor. Na realidade, o que farás de diferente? É certo que o desconhecido provoca tensão, a mudança causa desconforto e perante o conflito, o racional pode tornar-se irracional. Para dominar ou apenas contornar a situação, cada vez mais somos chamados a reflectir, a ouvirmo-nos para que não nos desviemos dos nossos verdadeiros objectivos.
Parece fácil, mas talvez não seja assim tanto, exige concentração, dedicação e exactidão, mas também tempo. Aquele bem do qual todos reclamamos escassez mas que nem sempre o sabemos aproveitar. E que difícil é tê-lo e reconhecê-lo na nossa rotina diária que tanto nos consome.
Como trader, que tempo dedicas à introspecção?
Identificas algum conflito a ocorrer contigo? Se sim, não abras mão da oportunidade de mudar, observa e aprofunda esse apelo que vem de dentro de ti, ouve o grito mudo que ecoa na tua cabeça e faz. Se errares não importa, faz de novo. É assim que se encontram rumos, se criam hábitos. Canaliza a tua energia para essa mudança e assim poderás ser mais, ser uma melhor versão de ti.
Faz deste, o ano das conquistas que te orgulham. Transforma-te e tudo à tua volta se transformará.
Votos de um excelente novo ano.
Um espaço onde quem lidera é o mercado financeiro. Aqui encontras a minha opinião, mas a tua também é bem-vinda, partilha-a.
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sábado, 11 de janeiro de 2020
domingo, 26 de maio de 2019
Like me today
Like me. Nos dias que correm, mais do que nunca, a palavra ou símbolo "like" tem uma importância digna de um rei, em termos de autoridade. Preferencialmente olhamos para conteúdos, ou eles chegam até nós de forma influenciada, já que um maior número de interacções com o LIKE acabam por subir no ranking dos conteúdos considerados mais "interessantes".
O sucesso das redes sociais assenta num pilar muito importante: fazer o outro "sentir-se amado", reconhecido, valorizado, e sem gastar um tostão. As plataformas digitais permitiram que milhões de pessoas pudessem exprimir as suas ideias, mostrar a sua criatividade, criar novos negócios ao mesmo tempo que também expõem tanto as suas vaidades como as suas fragilidades, um tanto encobertas.
Diariamente são publicadas fotos, vídeos, mensagens e comentários nas redes sociais na esperança de alguém se identificar com os mesmos, e haver um "Olha para mim, estou aqui. Like me today!", independentemente do conteúdo, construtivo ou fracturante. A intensidade dessas interacções podem sugestionar inúmeras pessoas a vestir uma pele diferente da sua, a representar uma personagem fictícia que cada dia conquista mais espaço na verdadeira personalidade do seu autor.
Se um comentário, ainda que menos agradável, preencher e/ou alimentar o ego do seu criador, a consequência será a repetição do mesmo em situações semelhantes. A manifestação de opiniões é tanto maior quanto o número de likes, entendidos como aplausos ao seu parecer. E como se de uma bola de neve se tratasse, mais comentários geram mais likes; mais likes geram mais alimento ao ego do criador que, por sua vez, se sente cada vez mais poderoso, apreciado e incentivado a comentar. E assim sucessivamente. Algumas vezes, erroneamente o pensamento que impera é "Não importa se falam bem ou mal, o importante é que falem de mim". Será que consegue imaginar o efeito nefasto que tal pode causar no ser/mente humana e de modo gratuito?
Começa-se por alguns minutos ligado às redes sociais, depois algumas horas e um dia chega a conclusão foram alguns anos desperdiçados no mundo virtual, em busca de um sucesso imaginário, um reconhecimento suspenso no ar, que se esfuma com um clique.
Uma vida que passa, sem se dar a oportunidade ao crescimento pessoal, sentir-se amada, desejada, acarinhada. Encontrar amigos reais, potenciais ombros amigos tanto para as horas felizes como para as difíceis. Permitir-se falhar, cair e levantar-se mais forte desses obstáculos, sentir os olhares da rejeição, do interesse, da conquista.
Certamente que cada pessoa tem uma história preenchida de coisas boas - outras nem tanto - obstáculos, desafios, tempestades emocionais, problemas físicos, um mar de palavras por contar.
Mas antes de procurar um like me today, vamos desenvolver o hábito do like yourself today.
O sucesso das redes sociais assenta num pilar muito importante: fazer o outro "sentir-se amado", reconhecido, valorizado, e sem gastar um tostão. As plataformas digitais permitiram que milhões de pessoas pudessem exprimir as suas ideias, mostrar a sua criatividade, criar novos negócios ao mesmo tempo que também expõem tanto as suas vaidades como as suas fragilidades, um tanto encobertas.
Se um comentário, ainda que menos agradável, preencher e/ou alimentar o ego do seu criador, a consequência será a repetição do mesmo em situações semelhantes. A manifestação de opiniões é tanto maior quanto o número de likes, entendidos como aplausos ao seu parecer. E como se de uma bola de neve se tratasse, mais comentários geram mais likes; mais likes geram mais alimento ao ego do criador que, por sua vez, se sente cada vez mais poderoso, apreciado e incentivado a comentar. E assim sucessivamente. Algumas vezes, erroneamente o pensamento que impera é "Não importa se falam bem ou mal, o importante é que falem de mim". Será que consegue imaginar o efeito nefasto que tal pode causar no ser/mente humana e de modo gratuito?
Começa-se por alguns minutos ligado às redes sociais, depois algumas horas e um dia chega a conclusão foram alguns anos desperdiçados no mundo virtual, em busca de um sucesso imaginário, um reconhecimento suspenso no ar, que se esfuma com um clique.
Uma vida que passa, sem se dar a oportunidade ao crescimento pessoal, sentir-se amada, desejada, acarinhada. Encontrar amigos reais, potenciais ombros amigos tanto para as horas felizes como para as difíceis. Permitir-se falhar, cair e levantar-se mais forte desses obstáculos, sentir os olhares da rejeição, do interesse, da conquista.
Certamente que cada pessoa tem uma história preenchida de coisas boas - outras nem tanto - obstáculos, desafios, tempestades emocionais, problemas físicos, um mar de palavras por contar.
Mas antes de procurar um like me today, vamos desenvolver o hábito do like yourself today.
quinta-feira, 23 de maio de 2019
O início do recomeço
Trabalho.Bolsa de valores.Inércia. Actividades que contribuem para gerar sensações de desmotivação, stress, intranquilidade face ao futuro. Palavras soltas capazes de assombrar a mente humana: " Viver é isto?", "Sou um fracassado!", "Não vou conseguir!", "É impossível!".
Um monstro autoritário que ganhou relevo com a constante alimentação que lhe fomos dando ao longo do tempo. Cada vez menos o ousamos desafiar ou contrariar. A sua voz tornou-se imponente e ruidosa. Uma presença fria. Uma luz intensa que cega. Todos estes acontecimentos ocorrem num lugar sagrado, com apenas um único proprietário: TU. Embora hajam outros inquilinos que desejam expulsar o seu próprio senhorio.
Conheces essa sensação?
Desejas permanecer nesse estado?
A vida é "difícil", aceita-a o quanto antes e deixará de ser um problema. Encara-a como um desafio constante. Frustrações, inseguranças, incertezas são inevitáveis para quem convive com pessoas.
Ultrapassar esses acontecimentos é que tornam a vida mais interessante, criam a tua historia, seja ela de resignação ou de superação. Acontecimentos que perturbam o teu conforto abanam os teus alicerces. Podem destruir o teu telhado, mas ajudam-te a evoluir para uma pessoa mais forte.
No decorrer do processo encontrarás novas pessoas que te darão ânimo para ultrapassar os obstáculos, outras se afastarão naturalmente.
A tua zona de conforto é abalada por desafios, os mesmos que te encaminham, ainda que sem saberes, para uma uma vida mais completa. O caminho que te pode preencher é o mesmo do qual te distancias por falta de iniciativa.
É certo que as mudanças não ocorrem da noite para o dia. Mas a decisão de começar, essa sim, pode ser tomada agora mesmo, e iniciar a mudança.
O que podes fazer nos próximos minutos para quebrar a tua rotina? Uma caminhada. Dedicar alguns minutos com as pessoas importantes da tua vida. Ouvir uma música alegre. Reflectir sobre sonhos, objectivos.
O que quer que seja, faz acontecer.
Muda o teu estado e a vida muda para ti.
Um monstro autoritário que ganhou relevo com a constante alimentação que lhe fomos dando ao longo do tempo. Cada vez menos o ousamos desafiar ou contrariar. A sua voz tornou-se imponente e ruidosa. Uma presença fria. Uma luz intensa que cega. Todos estes acontecimentos ocorrem num lugar sagrado, com apenas um único proprietário: TU. Embora hajam outros inquilinos que desejam expulsar o seu próprio senhorio.
Conheces essa sensação?
Desejas permanecer nesse estado?
A vida é "difícil", aceita-a o quanto antes e deixará de ser um problema. Encara-a como um desafio constante. Frustrações, inseguranças, incertezas são inevitáveis para quem convive com pessoas.
Ultrapassar esses acontecimentos é que tornam a vida mais interessante, criam a tua historia, seja ela de resignação ou de superação. Acontecimentos que perturbam o teu conforto abanam os teus alicerces. Podem destruir o teu telhado, mas ajudam-te a evoluir para uma pessoa mais forte.
No decorrer do processo encontrarás novas pessoas que te darão ânimo para ultrapassar os obstáculos, outras se afastarão naturalmente.
A tua zona de conforto é abalada por desafios, os mesmos que te encaminham, ainda que sem saberes, para uma uma vida mais completa. O caminho que te pode preencher é o mesmo do qual te distancias por falta de iniciativa.
É certo que as mudanças não ocorrem da noite para o dia. Mas a decisão de começar, essa sim, pode ser tomada agora mesmo, e iniciar a mudança.
O que podes fazer nos próximos minutos para quebrar a tua rotina? Uma caminhada. Dedicar alguns minutos com as pessoas importantes da tua vida. Ouvir uma música alegre. Reflectir sobre sonhos, objectivos.
O que quer que seja, faz acontecer.
Muda o teu estado e a vida muda para ti.
domingo, 27 de janeiro de 2019
Um início que poucos querem fazer
O mercado financeiro pode ser equiparado a um armário com algumas gavetas, onde encontras diversos utensílios/instrumentos financeiros prontos a usar: Acções, Forex, Futuros, Opções, Criptomoedas, etc.
Actualmente, o que negoceia? Qual é o melhor instrumento financeiro para si?
Ao longo do tempo e com a mesma velocidade, a bolsa de valores tanto pode trazer novos investidores como os pode afastar. Durante o seu percurso, o trader é surpreendido por um misto de emoções e (hipoteticamente) de resultados menos favoráveis que o consomem, que em casos extremos, o forçam a desistir, apesar da sua vontade, gosto e persistência permanecerem.
O que pode forçar o trader a desistir da bolsa de valores mesmo contra sua vontade?
Qual será o motivo?
Em regra, quem inicia ou recomeça na bolsa de valores tende a galgar etapas essenciais na sua formação base como "trader". É um caminho que poucos querem mas que faz a diferença; quem o percorrer ganha confiança, saúde emocional, tempo e dinheiro.
Começar por onde?:
Formação:
O desenvolvimento do trader é continuo e requer tempo como qualquer actividade profissional. Todos os dias o mercado ensina alguma coisa. Inicialmente o investidor pode aumentar os conhecimentos de uma maneira menos dispendiosa através de livros, vídeos e adquirir as primeiras noções básicas da análise técnica e movimentação dos mercados. Com um pouco mais de disponibilidade financeira pode frequentar cursos, inscrever-se em Workshops ou passar por um processo de coaching. O investimento realizado no seu desenvolvimento compensa largamente, evitando assim que cometa erros que lhe podem sair caros.
Estratégia:
Construir a sua própria estratégia ou adoptar uma existente é decisivo e, já diz o ditado, "... quem não sabe para onde quer ir qualquer caminho serve". No dia a dia, voltar para trás é uma perda de tempo; na bolsa de valores perde-se dinheiro.
A estratégia deve ser simples e única, aplicada a uma figura técnica ou a um comportamento repetitivo facilmente identificável. Ter sempre em atenção os parâmetros de entrada, stop loss e possíveis objectivos de saída.
Backtesting:
Agora é hora de fazer o "backtest" (testar) à estratégia numa conta de demonstração por um bom período, e cumprir fielmente os passos da estratégia previamente definida. Esta fase é necessária e requer tempo e dedicação a fim de permitir perceber se a estratégia é rentável ou não após inúmeras operações.
Capital:
O capital é também um ponto sensível e muito importante, e como tal não deve ser esquecido antes de negociar numa conta real. Quanto está disposto a perder? Definir antecipadamente o montante máximo de perda traz inúmeros benefícios financeiros, emocionais e também algo importante, o tempo para evoluir.
Uma opção que ajuda traders com um perfil mais dinâmico é repartir o montante por doze meses, e quando o valor é atingido deixar de operar nesse mês e aproveitar para analisar as condições desse resultado.
O investidor que aprofundar os itens mencionados, estará em melhores condições para se movimentar no mercado financeiro.
Votos de uma boa caminhada!
Actualmente, o que negoceia? Qual é o melhor instrumento financeiro para si?
Ao longo do tempo e com a mesma velocidade, a bolsa de valores tanto pode trazer novos investidores como os pode afastar. Durante o seu percurso, o trader é surpreendido por um misto de emoções e (hipoteticamente) de resultados menos favoráveis que o consomem, que em casos extremos, o forçam a desistir, apesar da sua vontade, gosto e persistência permanecerem.
O que pode forçar o trader a desistir da bolsa de valores mesmo contra sua vontade?
Qual será o motivo?
Em regra, quem inicia ou recomeça na bolsa de valores tende a galgar etapas essenciais na sua formação base como "trader". É um caminho que poucos querem mas que faz a diferença; quem o percorrer ganha confiança, saúde emocional, tempo e dinheiro.
Começar por onde?:
Formação:
O desenvolvimento do trader é continuo e requer tempo como qualquer actividade profissional. Todos os dias o mercado ensina alguma coisa. Inicialmente o investidor pode aumentar os conhecimentos de uma maneira menos dispendiosa através de livros, vídeos e adquirir as primeiras noções básicas da análise técnica e movimentação dos mercados. Com um pouco mais de disponibilidade financeira pode frequentar cursos, inscrever-se em Workshops ou passar por um processo de coaching. O investimento realizado no seu desenvolvimento compensa largamente, evitando assim que cometa erros que lhe podem sair caros.
Estratégia:
Construir a sua própria estratégia ou adoptar uma existente é decisivo e, já diz o ditado, "... quem não sabe para onde quer ir qualquer caminho serve". No dia a dia, voltar para trás é uma perda de tempo; na bolsa de valores perde-se dinheiro.
A estratégia deve ser simples e única, aplicada a uma figura técnica ou a um comportamento repetitivo facilmente identificável. Ter sempre em atenção os parâmetros de entrada, stop loss e possíveis objectivos de saída.
Backtesting:
Agora é hora de fazer o "backtest" (testar) à estratégia numa conta de demonstração por um bom período, e cumprir fielmente os passos da estratégia previamente definida. Esta fase é necessária e requer tempo e dedicação a fim de permitir perceber se a estratégia é rentável ou não após inúmeras operações.
Capital:
O capital é também um ponto sensível e muito importante, e como tal não deve ser esquecido antes de negociar numa conta real. Quanto está disposto a perder? Definir antecipadamente o montante máximo de perda traz inúmeros benefícios financeiros, emocionais e também algo importante, o tempo para evoluir.
Uma opção que ajuda traders com um perfil mais dinâmico é repartir o montante por doze meses, e quando o valor é atingido deixar de operar nesse mês e aproveitar para analisar as condições desse resultado.
O investidor que aprofundar os itens mencionados, estará em melhores condições para se movimentar no mercado financeiro.
Votos de uma boa caminhada!
sexta-feira, 14 de setembro de 2018
É um bom investidor?
O ser humano é um investidor por natureza e ainda que tenha dificuldade em se assumir como tal, desde o seu nascimento até ao seu último suspiro será sempre um investidor. Não se deixe eludir pelas simples palavras do dicionário; accionista, capitalista, pessoa que realiza operações de compra e venda colher lucros.
Pode não ter uma conta bancária, não investir no mercado de financeiro e ainda assim continua a ser um investidor, pois é uma pessoa que investe sem saber.
Quando procura melhores alimentos para as suas refeições, dedica tempo à realização de desporto, decide realizar um check up médico, isto vai muito para além de simples acções, está a investir na sua saúde. Costuma fazer bons investimentos?
No seio familiar e social é um bom investidor? Mesmo sem saber, dedica-se a ser um criador de correntes emocionais das quais gera alimento e se alimenta para se reequilibrar psicologicamente? O que é que esses investimentos revelam de si?
A nível profissional costuma ser um grande investidor? Desde a sua imagem, passando pela busca de novos conhecimentos até ao modo como se relaciona com os demais, tem construído um activo apelativo?
Face ao exigente e acelerado ritmo que se vive actualmente em sociedade, o tipo de investidor que se tem vindo a tornar é uma escolha sua? É a sua escolha somente?
O caminho do investidor de sucesso terá baixos, desilusões e caos. A forma como lida que esses momentos é que definem a sua história de vida. Não podemos eliminar os acontecimentos mas é possivel reeditar e tomar novo rumo.
O que os outros vão recordar a si ?
Pode não ter uma conta bancária, não investir no mercado de financeiro e ainda assim continua a ser um investidor, pois é uma pessoa que investe sem saber.
Quando procura melhores alimentos para as suas refeições, dedica tempo à realização de desporto, decide realizar um check up médico, isto vai muito para além de simples acções, está a investir na sua saúde. Costuma fazer bons investimentos?No seio familiar e social é um bom investidor? Mesmo sem saber, dedica-se a ser um criador de correntes emocionais das quais gera alimento e se alimenta para se reequilibrar psicologicamente? O que é que esses investimentos revelam de si?
A nível profissional costuma ser um grande investidor? Desde a sua imagem, passando pela busca de novos conhecimentos até ao modo como se relaciona com os demais, tem construído um activo apelativo?
Face ao exigente e acelerado ritmo que se vive actualmente em sociedade, o tipo de investidor que se tem vindo a tornar é uma escolha sua? É a sua escolha somente?
O caminho do investidor de sucesso terá baixos, desilusões e caos. A forma como lida que esses momentos é que definem a sua história de vida. Não podemos eliminar os acontecimentos mas é possivel reeditar e tomar novo rumo.
O que os outros vão recordar a si ?
domingo, 9 de setembro de 2018
Costuma ter momentos de qualidade?
Qual é a primeira coisa que lhe vem à cabeça quando pensa no assunto? Férias? Viagem? Família? Pela complexidade do ser humano a lista pode estender-se muito para além do esperado. A palavra "qualidade" é cada vez mais banalizada numa sociedade educada para ser cada vez mais consumista e agir por impulsividade.
Face ao actual ritmo de vida: Costuma ter momentos de qualidade? Ou pensar nesta questão mais parece uma miragem?
Assim como as máquinas necessitam de manutenção, os computadores de actualizações, o ser humano necessita dos seus próprios momentos para uma vida mais equilibrada. Infelizmente, pelo acelerado ritmo de vida, tendencialmente associamos os momentos de qualidade ao período de férias, quando o corpo e mente já gritam por uma maior atenção.
E quando, por sua vez, o tempo destinado ao lazer está prestes a finalizar, permanece um cansaço apesar da quebra da rotina e alguma desmotivação ressurge face ao regresso ao trabalho.
O que são momentos de qualidade?
Cada individuo pode arranjar uma definição distinta dos demais e todas elas estarão correctas.
Os primeiros surgem dentro de si, quando dedica qualquer momento a uma reflexão introspectiva; quando se permite sonhar novamente em busca dos seus objectivos pessoais, familiares ou profissionais; quando escuta os sinais do seu corpo e da mente e lhes proporciona momentos mais tranquilos, nem que seja por breves segundos no decorrer do dia.
Um pouco mais fora de si, quando aproveita alguns minutos para passear num parque, numa floresta ou à beira mar. Voltar a conectar-se com a natureza, um elemento essencial para o bem-estar do ser humano, que ao longo do tempo tem sido marginalizado. Qualquer actividade de lazer que lhe proporcione bem estar e que por momentos o faça sentir "noutro mundo", seja ciclismo, pesca, pintura, ioga, meditação, entre tantas outras actividades possíveis.
Quando está num ambiente social, seja entre amigos, familiares ou desconhecidos que o fazem desligar-se da rotina e fortalecer os laços entre as pessoas. Um elo cada vez quebrado pela explosão e dependência das novas tecnologias.
As pessoas face aos compromissos financeiros que acumulam, bem como o ritmo profissional cada vez mais exigente, são absorvidos por uma rotina e pensamentos, onde o seu " EU" possui pouca margem para se manifestar. Os momentos de qualidade são considerados inacessíveis. O descanso é para pessoas preguiçosas. Sonhos, apenas para quem vive na lua.
Para onde conduzes a tua vida?
Que sonhos deixaste de realizar? Foram substituídos por outros?
O que especificamente gostarias de atingir ?
Para obter uma resposta "verdadeira" é necessário introspecção, o caminho inicia-se por um momento de pausa, e o sentido pela reflexão.
A criatividade surge nos momentos de qualidade, para alguns por vezes chamada de momentos "solidão", isto é, tempo concentrado apenas si próprio (dentro de um limite saudável). Sonhos de infância que nunca foram abandonados. Muitos dos objectos à nossa disposição, surgiram após uma noite de descanso e muita persistência dos seus criadores. Projectos que começaram só sentiram a luz do dia quando ouve um diálogo. Ideias que contribuíram para melhorar a qualidade de vida das pessoas, ou rentabilizar recursos das empresas, apenas porque houve alguém que partilhou os seus pensamentos.
"...O sonho comanda a vida..." (Antonio Gedeão)
Costuma ter momentos de qualidade?
Face ao actual ritmo de vida: Costuma ter momentos de qualidade? Ou pensar nesta questão mais parece uma miragem?
Assim como as máquinas necessitam de manutenção, os computadores de actualizações, o ser humano necessita dos seus próprios momentos para uma vida mais equilibrada. Infelizmente, pelo acelerado ritmo de vida, tendencialmente associamos os momentos de qualidade ao período de férias, quando o corpo e mente já gritam por uma maior atenção.
E quando, por sua vez, o tempo destinado ao lazer está prestes a finalizar, permanece um cansaço apesar da quebra da rotina e alguma desmotivação ressurge face ao regresso ao trabalho.
O que são momentos de qualidade?
Cada individuo pode arranjar uma definição distinta dos demais e todas elas estarão correctas.
Os primeiros surgem dentro de si, quando dedica qualquer momento a uma reflexão introspectiva; quando se permite sonhar novamente em busca dos seus objectivos pessoais, familiares ou profissionais; quando escuta os sinais do seu corpo e da mente e lhes proporciona momentos mais tranquilos, nem que seja por breves segundos no decorrer do dia.Um pouco mais fora de si, quando aproveita alguns minutos para passear num parque, numa floresta ou à beira mar. Voltar a conectar-se com a natureza, um elemento essencial para o bem-estar do ser humano, que ao longo do tempo tem sido marginalizado. Qualquer actividade de lazer que lhe proporcione bem estar e que por momentos o faça sentir "noutro mundo", seja ciclismo, pesca, pintura, ioga, meditação, entre tantas outras actividades possíveis.
Quando está num ambiente social, seja entre amigos, familiares ou desconhecidos que o fazem desligar-se da rotina e fortalecer os laços entre as pessoas. Um elo cada vez quebrado pela explosão e dependência das novas tecnologias.
As pessoas face aos compromissos financeiros que acumulam, bem como o ritmo profissional cada vez mais exigente, são absorvidos por uma rotina e pensamentos, onde o seu " EU" possui pouca margem para se manifestar. Os momentos de qualidade são considerados inacessíveis. O descanso é para pessoas preguiçosas. Sonhos, apenas para quem vive na lua.
Para onde conduzes a tua vida?
Que sonhos deixaste de realizar? Foram substituídos por outros?
O que especificamente gostarias de atingir ?
Para obter uma resposta "verdadeira" é necessário introspecção, o caminho inicia-se por um momento de pausa, e o sentido pela reflexão.
A criatividade surge nos momentos de qualidade, para alguns por vezes chamada de momentos "solidão", isto é, tempo concentrado apenas si próprio (dentro de um limite saudável). Sonhos de infância que nunca foram abandonados. Muitos dos objectos à nossa disposição, surgiram após uma noite de descanso e muita persistência dos seus criadores. Projectos que começaram só sentiram a luz do dia quando ouve um diálogo. Ideias que contribuíram para melhorar a qualidade de vida das pessoas, ou rentabilizar recursos das empresas, apenas porque houve alguém que partilhou os seus pensamentos.
"...O sonho comanda a vida..." (Antonio Gedeão)
Costuma ter momentos de qualidade?
terça-feira, 1 de maio de 2018
Gostaria de investir em acções, mas não sei por onde começar?
Um certo dia, um jovem cheio de energia e de sonhos, decidiu comprar um bilhete de comboio e embarcar naquela que seria simultaneamente uma aventura e a viagem da sua vida. O destino: a capital. Esse lugar por si desconhecido exercia nele um fascínio inexplicável, pelo que lia, pelo que ouvia dizer as pessoas, pelas imagens que via e criava. Na sua imaginação a capital era "O Lugar": das oportunidades de trabalho e de negócios, das casas grandes e luxuosas, dos carros e motos de alta cilindrada, da cultura e organização e cultura enfim, um lugar de sucesso onde tudo parecia perfeito.
Num misto de nervosismo e excitação esqueceu-se de questionar sobre a duração da viagem e o bilhete também não tinha essa informação. "Posso sempre perguntar ao revisor quando passar". pensou.
O tempo foi passando e para grande admiração do jovem, o comboio não fazia paragens em nenhumas estações e consequentemente ninguém entrava ou saia. E do revisor nem sinal.
Sem ter com quem falar ou sequer trocar impressões, ainda que banais, restava-lhe apreciar a paisagem pela janela, a beleza do entardecer e saborear a tranquilidade que o silêncio lhe proporcionava.
O abrandamento do comboio fê-lo despertar dos seus pensamentos. O seu estômago contraiu-se. Disse para consigo: "Cheguei! Eu consegui." Ao sair da carruagem e ao pisar solo citadino sentiu-se realizado, mas a felicidade que sentia foi subitamente assombrada: "E agora?". Era quase noite, o lugar desconhecido, os transeuntes estranhos e o jovem sem roteiro ou destino.
Após um rápido reconhecimento visual à área circundante, e ainda indeciso, ouviu vozes e deixou-se levar até elas. Parou diante de um majestoso edifício, que apesar da hora, tinha a porta aberta.
Na esperança de ali encontrar as respostas que pretendia, subiu os três degraus da entrada e lentamente percorreu o corredor que o levava até às tais vozes que ouvia.
Outra porta. As vozes cessaram e deu por si numa sala onde um senhor de cabelo grisalho, de costas voltadas para a porta, pintava uma tela de grandes dimensões. Sem se voltar, o senhor convidou o jovem a entrar. Por sua vez, este começou a justificar-se, atropelando as poucas palavras e esforçando-se para que fosse credível. A dado o momento o pintor indicou-lhe a direcção da cozinha onde poderia encontrar comida acabada de fazer. E deduzindo que não teria onde dormir e que estava cansado ofereceu-lhe o sofá para pernoitar.
Sensibilizado com a atitude daquele desconhecido, e como não estava em posição de recusar qualquer ajuda, aceitou de bom grado. Durante e após a refeição, o jovem, sempre observador, reparou que aquele espaço tinha muito poucas peças de mobiliário comparativamente com uma casa comum e que, em oposição a isso, havia quadros empilhados e distribuídos por todo o lado.
Interiormente justificou tal facto como aquele sendo somente um local de trabalho. Ao sentir o regresso do seu "hóspede" e sem desviar o olhar da tela, o pintor discursou sobre a cidade, a localização daquele espaço/atelier, locais a visitar, melhores trajectos, bem como o alertou para a inexistência de transportes públicos naquela rua.
O jovem esforçou-se para absorver toda a informação oferecida. Com esta, foi-lhe ainda dito onde encontraria um mapa, algo que lhe seria muito útil. O jovem sentiu-se afortunado e grato por toda aquela oportunidade, pelo ambiente, conforto (emocional) e pela imediata empatia que estabeleceu com o artista.
Entregue aos seus pensamentos, nem reparou que o senhor de cabelos grisalhos deixara de pintar e o fixava. Quando se apercebeu ficou atrapalhado e envergonhado, não queria de todo parecer ingrato.
Com um ténue sorriso e um ligeiro brilho no olhar, o pintor desafia o jovem: "Queres pintar?
Tens todo o material de que precisas: telas, pincéis, cavalete... aproveita, usufrui e relaxa."
O jovem sentiu-se instigado mas perdido. O que lhe estavam a propor era óptimo, algo que nunca pensou em fazer, mas daí a ousar experimentar... O que pintaria? E quem seria afinal aquele homem, que não o conhecendo o acolheu e ainda lhe disponibilizou a matéria prima do seu trabalho? Ainda muito hesitante, escolheu uma tela, colocou-a lentamente no cavalete e sentou-se no pequeno banco de madeira. "Seria ele também capaz de criar quadros de tamanha beleza?" pensava.
Arriscou. E a tela ganhava forma a cada pincelada, a cada cor quando, num infeliz descuido, a deixou cair no chão e a estragou. Ficou desesperado, envergonhado, chateado consigo quer pela negligência quer pelo desperdício de recursos. Contrapondo esta atitude, o pintor permanecia imperturbável e incentivava-o a recomeçar.
Espantado pela ausência de qualquer repreensão ou expressão de desagrado, o rapaz recusou-se a pegar noutra tela. E esteve assim durante alguns minutos, mas não resistiu e, cedendo à tentação, pegou noutra tela. E novamente as cores a preenchiam. Desta vez era uma paisagem e estava a gostar do resultado, mas a inexperiência fez com que a tentativa de realçar as árvores tivesse um desfecho desastroso. Aborrecido, trocou aquela tela por outra nova e entregou-se novamente à magia de criar. E assim esteve algumas horas, numa busca incessante da obra perfeita, sem sucesso, mas cada vez com mais vontade de a alcançar. De repente... era a última tela disponível, a última tentativa para realizar o seu inesperado desejo: criar um presente para aquele homem, pela hospitalidade e por tudo o que estava a fazer por ele. Com afinco e pinceladas, cores e ideias bem definidas, eis que alcançou o seu objectivo. Estava tão cansado devido à intensidade do dia que, enquanto apreciava a sua obra, recostado no sofá, adormeceu. Horas depois, quando acordou com a forte luz que atravessava as largas janelas daquele lugar, os seus olhos encontraram o seu quadro e sorriu: estava como pretendia.
Mas havia ali mais qualquer coisa, um bilhete. Levantou-se e leu "Acredito que esta tela seja importante para ti, pois vi o quanto te dedicaste. Tomei a liberdade de pegar nas tuas telas anteriores e de as colocar por ordem na parede, junto ao meu quadro. Regresso brevemente. Ate lá, fica à vontade".
Olhou em redor, percebeu que estava sozinho. Todos os quadros ganharam uma beleza sem igual com a incidência da luz solar neles. Aproximou-se do quadro do seu mestre que estava envolto de um pano. Procurou os seus quadros, mas infrutíferamente. Até que um quadro lhe chamou particularmente a atenção, parecia um puzzle, mas incompleto. Instintivamente, pegou no "quadro perfeito" e pendurou-o no canto vazio. Afastou-se para apreciar melhor e ficou surpreendido. Aquelas eram mesmo as suas telas e juntas compunham uma obra da qual se orgulhava.
Como o senhor de cabelo grisalho não aparecia e a curiosidade relativamente à tela coberta pelo pano negro aumentava, não resistiu e pô-la a descoberto.
O jovem petrificou. Como era possível?! A imagem das suas várias telas era a mesma que estava concentrada numa só tela, a do seu mestre. Tal situação agitou bastante o rapaz que se movia freneticamente tentando encontrar um fio condutor, uma justificação lógica para o sucedido.
A demora do enigmático pintor possibilitou uma análise e observação mais atenta das obras.
Eram-lhe tão familiares! Remexeu em alguns e assustou-se com um em particular. Nele estava retratada a sua família. A surpresa fê-lo recuar, tropeçar, desequilibrar-se e cair no chão.
Ouviu vozes. Ouviu motores de carros. Devagar abriu os olhos . Olhou à sua volta e ficou baralhado. Afinal o que fazia naquele jardim? E o atelier? Os quadros? Não podia ter sido só um sonho, as imagens daquele lugar eram demasiados fortes, familiares e estavam bem presentes na sua cabeça. Ainda assim, reuniu forças, levantou-se e iniciou a sua caminhada.
Na sociedade actual, o tempo para a reflexão parece distorcido, escasso, até mesmo inacessível.
O ser humano tem sido submetido a estímulos que promovem impulsividade de diversos tipos.
Seja o inicio pelos mercados de acções ou em qualquer outro projecto é essencial perceber o mais aproximadamente as motivações, os objectivos e as consequências que daí podem advir.
O inicio está em ti!
Num misto de nervosismo e excitação esqueceu-se de questionar sobre a duração da viagem e o bilhete também não tinha essa informação. "Posso sempre perguntar ao revisor quando passar". pensou.
O tempo foi passando e para grande admiração do jovem, o comboio não fazia paragens em nenhumas estações e consequentemente ninguém entrava ou saia. E do revisor nem sinal.
Sem ter com quem falar ou sequer trocar impressões, ainda que banais, restava-lhe apreciar a paisagem pela janela, a beleza do entardecer e saborear a tranquilidade que o silêncio lhe proporcionava.
O abrandamento do comboio fê-lo despertar dos seus pensamentos. O seu estômago contraiu-se. Disse para consigo: "Cheguei! Eu consegui." Ao sair da carruagem e ao pisar solo citadino sentiu-se realizado, mas a felicidade que sentia foi subitamente assombrada: "E agora?". Era quase noite, o lugar desconhecido, os transeuntes estranhos e o jovem sem roteiro ou destino.
Após um rápido reconhecimento visual à área circundante, e ainda indeciso, ouviu vozes e deixou-se levar até elas. Parou diante de um majestoso edifício, que apesar da hora, tinha a porta aberta.
Na esperança de ali encontrar as respostas que pretendia, subiu os três degraus da entrada e lentamente percorreu o corredor que o levava até às tais vozes que ouvia.
Outra porta. As vozes cessaram e deu por si numa sala onde um senhor de cabelo grisalho, de costas voltadas para a porta, pintava uma tela de grandes dimensões. Sem se voltar, o senhor convidou o jovem a entrar. Por sua vez, este começou a justificar-se, atropelando as poucas palavras e esforçando-se para que fosse credível. A dado o momento o pintor indicou-lhe a direcção da cozinha onde poderia encontrar comida acabada de fazer. E deduzindo que não teria onde dormir e que estava cansado ofereceu-lhe o sofá para pernoitar.
Sensibilizado com a atitude daquele desconhecido, e como não estava em posição de recusar qualquer ajuda, aceitou de bom grado. Durante e após a refeição, o jovem, sempre observador, reparou que aquele espaço tinha muito poucas peças de mobiliário comparativamente com uma casa comum e que, em oposição a isso, havia quadros empilhados e distribuídos por todo o lado.
Interiormente justificou tal facto como aquele sendo somente um local de trabalho. Ao sentir o regresso do seu "hóspede" e sem desviar o olhar da tela, o pintor discursou sobre a cidade, a localização daquele espaço/atelier, locais a visitar, melhores trajectos, bem como o alertou para a inexistência de transportes públicos naquela rua.
O jovem esforçou-se para absorver toda a informação oferecida. Com esta, foi-lhe ainda dito onde encontraria um mapa, algo que lhe seria muito útil. O jovem sentiu-se afortunado e grato por toda aquela oportunidade, pelo ambiente, conforto (emocional) e pela imediata empatia que estabeleceu com o artista.
Entregue aos seus pensamentos, nem reparou que o senhor de cabelos grisalhos deixara de pintar e o fixava. Quando se apercebeu ficou atrapalhado e envergonhado, não queria de todo parecer ingrato.
Com um ténue sorriso e um ligeiro brilho no olhar, o pintor desafia o jovem: "Queres pintar?
Tens todo o material de que precisas: telas, pincéis, cavalete... aproveita, usufrui e relaxa."
O jovem sentiu-se instigado mas perdido. O que lhe estavam a propor era óptimo, algo que nunca pensou em fazer, mas daí a ousar experimentar... O que pintaria? E quem seria afinal aquele homem, que não o conhecendo o acolheu e ainda lhe disponibilizou a matéria prima do seu trabalho? Ainda muito hesitante, escolheu uma tela, colocou-a lentamente no cavalete e sentou-se no pequeno banco de madeira. "Seria ele também capaz de criar quadros de tamanha beleza?" pensava.
Arriscou. E a tela ganhava forma a cada pincelada, a cada cor quando, num infeliz descuido, a deixou cair no chão e a estragou. Ficou desesperado, envergonhado, chateado consigo quer pela negligência quer pelo desperdício de recursos. Contrapondo esta atitude, o pintor permanecia imperturbável e incentivava-o a recomeçar.
Espantado pela ausência de qualquer repreensão ou expressão de desagrado, o rapaz recusou-se a pegar noutra tela. E esteve assim durante alguns minutos, mas não resistiu e, cedendo à tentação, pegou noutra tela. E novamente as cores a preenchiam. Desta vez era uma paisagem e estava a gostar do resultado, mas a inexperiência fez com que a tentativa de realçar as árvores tivesse um desfecho desastroso. Aborrecido, trocou aquela tela por outra nova e entregou-se novamente à magia de criar. E assim esteve algumas horas, numa busca incessante da obra perfeita, sem sucesso, mas cada vez com mais vontade de a alcançar. De repente... era a última tela disponível, a última tentativa para realizar o seu inesperado desejo: criar um presente para aquele homem, pela hospitalidade e por tudo o que estava a fazer por ele. Com afinco e pinceladas, cores e ideias bem definidas, eis que alcançou o seu objectivo. Estava tão cansado devido à intensidade do dia que, enquanto apreciava a sua obra, recostado no sofá, adormeceu. Horas depois, quando acordou com a forte luz que atravessava as largas janelas daquele lugar, os seus olhos encontraram o seu quadro e sorriu: estava como pretendia.
Mas havia ali mais qualquer coisa, um bilhete. Levantou-se e leu "Acredito que esta tela seja importante para ti, pois vi o quanto te dedicaste. Tomei a liberdade de pegar nas tuas telas anteriores e de as colocar por ordem na parede, junto ao meu quadro. Regresso brevemente. Ate lá, fica à vontade".
Olhou em redor, percebeu que estava sozinho. Todos os quadros ganharam uma beleza sem igual com a incidência da luz solar neles. Aproximou-se do quadro do seu mestre que estava envolto de um pano. Procurou os seus quadros, mas infrutíferamente. Até que um quadro lhe chamou particularmente a atenção, parecia um puzzle, mas incompleto. Instintivamente, pegou no "quadro perfeito" e pendurou-o no canto vazio. Afastou-se para apreciar melhor e ficou surpreendido. Aquelas eram mesmo as suas telas e juntas compunham uma obra da qual se orgulhava.
Como o senhor de cabelo grisalho não aparecia e a curiosidade relativamente à tela coberta pelo pano negro aumentava, não resistiu e pô-la a descoberto.
O jovem petrificou. Como era possível?! A imagem das suas várias telas era a mesma que estava concentrada numa só tela, a do seu mestre. Tal situação agitou bastante o rapaz que se movia freneticamente tentando encontrar um fio condutor, uma justificação lógica para o sucedido.
A demora do enigmático pintor possibilitou uma análise e observação mais atenta das obras.
Eram-lhe tão familiares! Remexeu em alguns e assustou-se com um em particular. Nele estava retratada a sua família. A surpresa fê-lo recuar, tropeçar, desequilibrar-se e cair no chão.
Ouviu vozes. Ouviu motores de carros. Devagar abriu os olhos . Olhou à sua volta e ficou baralhado. Afinal o que fazia naquele jardim? E o atelier? Os quadros? Não podia ter sido só um sonho, as imagens daquele lugar eram demasiados fortes, familiares e estavam bem presentes na sua cabeça. Ainda assim, reuniu forças, levantou-se e iniciou a sua caminhada.
Na sociedade actual, o tempo para a reflexão parece distorcido, escasso, até mesmo inacessível.
O ser humano tem sido submetido a estímulos que promovem impulsividade de diversos tipos.
Seja o inicio pelos mercados de acções ou em qualquer outro projecto é essencial perceber o mais aproximadamente as motivações, os objectivos e as consequências que daí podem advir.
O inicio está em ti!
domingo, 29 de abril de 2018
Ouvidos para ti
Ouvidos
disponíveis! Numa sociedade cada vez mais individualista, em que não se tem
tempo para viver sem pressa, em que as responsabilidades se acumulam e as
actividades de satisfação imediata nos povoam os pensamentos, torna-se urgente
e essencial ter alguém que nos ouça, bem como algum tempo e disponibilidade
para nos ouvirmos. Quem de nós não precisa de se sentir compreendido? Quantos
de nós procuram incessantemente por um amigo em quem se possa confiar ou pelo
menos um par de ouvidos para alugar? É benéfico para todos nós, sem excepção,
falar, desabafar sem recear julgamentos nem preconceitos, conversar sem pudores
nem reservas. Eu estou aqui, conta-me a tua história, expõe os teus receios,
fala comigo. Às vezes um estranho pode ajudar.
Faz sentido?
Se sim, envia uma mensagem privada pelo Facebook , ou através do blogue no formulário de contacto. Decorrerá via skype
e por um período de 45 minutos. Preenche um dos muitos períodos que irei
disponibilizar entre 30 de Abril a 6 Maio.
sexta-feira, 6 de abril de 2018
O sucesso mais perto, quando "os" dominares
Na vida, como nos investimentos, existem processos necessários que nos ajudam a evoluir. Raramente os caminhos são direitos, claros e precisos. Durante o percurso existem obstáculos pessoais, ou não, mas quando a experiência é devidamente aproveitada, promove evolução.
Reconhecer as fragilidades não é sinónimo de fraqueza e sim de força, de vontade de mudança, crescimento. No trading, o investidor quando possui poucos recursos na sua "mochila" é exposto a um maior número de experiências que o afastam do seu objectivo.
O mercado financeiro promove diariamente múltiplas oportunidades em diversos instrumentos financeiros, seja em Acções, Futuros, Forex, etc, bem como nos diversos espaços temporais, ao gosto e consoante o perfil de cada um. O trader é assim exposto a um caldeirão de personalidades e as armadilhas aparecem.
Quando "os" dominares, o caminho terá outra direcção.
Cada ponto que conseguires conquistar, ajudar-te-á a percorrer um melhor trilho na bolsa de valores.
Posições irreflectidas:
A quantidade de operações não é sinonimo de impulsividade, isto quando a operação surge após uma leitura do mercado e congruente com a estratégia previamente definida e testada.
Cuidado quando o click surge após outro e assim sucessivamente. O investidor entra em modo "visão de falcão" a cada movimento desperta atenção, e tudo servirá como pretexto de oportunidade de investimento. Porque "subiu ou desceu", porque "perdi e tinha razão" , "agora vou recuperar", e a lista dos motivos é extensa e por vezes incompreensível aos outros. A mente do investidor fica demasiado absorvida, tensa e em conflito, afastando a sua racionalidade. Ai o interruptor volta a ligar-se quando verifica que a perda monetária atingiu um valor elevado face ao seu capital, ou a constatação que o mesmo deixou de existir (em casos de contas de menores dimensões).
Não te deixes apanhar por trades impulsivos.
Posições emocionais:
Este item pode "andar de mão dada" com as posições impulsivas, na maioria dos casos existe uma forte correlação com o gatilho.
O investidor, como ser humano, acaba por desenvolver paixões por um determinado título. Os argumentos deixaram de existir, e a propensão para continuar no mesmo permanece, e ouve-se a expressão "fica para os netos". Essas posições emocionais, até se poderiam categorizar como ligeiras, comparativamente com as seguintes.
O investidor não é uma máquina, literalmente falando. Ele, bem como as máquinas, necessitam de determinadas condições para o seu devido desempenho, tais como o ambiente, actualizações, "manutenção", etc. Uma simples pergunta antes de começar o dia de trading pode contribuir para um melhor desempenho como trader, em busca da disciplina.
Como me sinto?
Só o facto de se questionar já implica tomada de consciência. O resultado dessa reflexão pode não só ajudar o investidor a operar (ou não), mas também a diminuir a percentagem de exposição em cada posição, ou fazer uma pausa até o equilíbrio voltar. O trader é um ser humano e como tal, é exposto a diversas situações que podem influenciar o seu "eu", ou por outras palavras, o seu estado de espírito. Pode ser uma situação familiar, discussão, insatisfação com algo, falta de descanso, etc. A falta de reflexão sobre o seu estado emocional pode trazer alguns dissabores.
O investidor pode estar motivado para encontrar oportunidades, numa busca de rentabilizar o seu capital, mas durante a sessão e num estado alterado, o seu foco não está lá. A estratégia deixa de ser cumprida na íntegra e os erros aparecem.
Com eles surge um leque de emoções, incluindo a dor, tanto pela perda de capital, como por um diálogo interno nada positivo. Neste ambiente contraproducente é fácil o investidor saltar para as posições impulsivas, uma união nada produtiva. Um turbilhão perfeito para o fracasso, por isso, vigia-te.
Nesta época há uma palavra que será repetida milhões de vezes pelo mundo inteiro:"ressuscitou" terá maior ou menor importância conforme cada individuo. Desejo que possas "voltar a nascer", como pessoa e investidor durante estes dias (e não só) que esse renascimento te aproxime do teu caminho de sucesso.
Boa reflexão! E continuação de uma boa Páscoa.
Reconhecer as fragilidades não é sinónimo de fraqueza e sim de força, de vontade de mudança, crescimento. No trading, o investidor quando possui poucos recursos na sua "mochila" é exposto a um maior número de experiências que o afastam do seu objectivo.O mercado financeiro promove diariamente múltiplas oportunidades em diversos instrumentos financeiros, seja em Acções, Futuros, Forex, etc, bem como nos diversos espaços temporais, ao gosto e consoante o perfil de cada um. O trader é assim exposto a um caldeirão de personalidades e as armadilhas aparecem.
Quando "os" dominares, o caminho terá outra direcção.
Cada ponto que conseguires conquistar, ajudar-te-á a percorrer um melhor trilho na bolsa de valores.
Posições irreflectidas:
A quantidade de operações não é sinonimo de impulsividade, isto quando a operação surge após uma leitura do mercado e congruente com a estratégia previamente definida e testada.
Cuidado quando o click surge após outro e assim sucessivamente. O investidor entra em modo "visão de falcão" a cada movimento desperta atenção, e tudo servirá como pretexto de oportunidade de investimento. Porque "subiu ou desceu", porque "perdi e tinha razão" , "agora vou recuperar", e a lista dos motivos é extensa e por vezes incompreensível aos outros. A mente do investidor fica demasiado absorvida, tensa e em conflito, afastando a sua racionalidade. Ai o interruptor volta a ligar-se quando verifica que a perda monetária atingiu um valor elevado face ao seu capital, ou a constatação que o mesmo deixou de existir (em casos de contas de menores dimensões).
Não te deixes apanhar por trades impulsivos.
Posições emocionais:
Este item pode "andar de mão dada" com as posições impulsivas, na maioria dos casos existe uma forte correlação com o gatilho.
O investidor, como ser humano, acaba por desenvolver paixões por um determinado título. Os argumentos deixaram de existir, e a propensão para continuar no mesmo permanece, e ouve-se a expressão "fica para os netos". Essas posições emocionais, até se poderiam categorizar como ligeiras, comparativamente com as seguintes.
O investidor não é uma máquina, literalmente falando. Ele, bem como as máquinas, necessitam de determinadas condições para o seu devido desempenho, tais como o ambiente, actualizações, "manutenção", etc. Uma simples pergunta antes de começar o dia de trading pode contribuir para um melhor desempenho como trader, em busca da disciplina.
Como me sinto?
Só o facto de se questionar já implica tomada de consciência. O resultado dessa reflexão pode não só ajudar o investidor a operar (ou não), mas também a diminuir a percentagem de exposição em cada posição, ou fazer uma pausa até o equilíbrio voltar. O trader é um ser humano e como tal, é exposto a diversas situações que podem influenciar o seu "eu", ou por outras palavras, o seu estado de espírito. Pode ser uma situação familiar, discussão, insatisfação com algo, falta de descanso, etc. A falta de reflexão sobre o seu estado emocional pode trazer alguns dissabores.
O investidor pode estar motivado para encontrar oportunidades, numa busca de rentabilizar o seu capital, mas durante a sessão e num estado alterado, o seu foco não está lá. A estratégia deixa de ser cumprida na íntegra e os erros aparecem.
Com eles surge um leque de emoções, incluindo a dor, tanto pela perda de capital, como por um diálogo interno nada positivo. Neste ambiente contraproducente é fácil o investidor saltar para as posições impulsivas, uma união nada produtiva. Um turbilhão perfeito para o fracasso, por isso, vigia-te.
Nesta época há uma palavra que será repetida milhões de vezes pelo mundo inteiro:"ressuscitou" terá maior ou menor importância conforme cada individuo. Desejo que possas "voltar a nascer", como pessoa e investidor durante estes dias (e não só) que esse renascimento te aproxime do teu caminho de sucesso.
Boa reflexão! E continuação de uma boa Páscoa.
domingo, 25 de março de 2018
O que é Coaching?
A vida actual é exigente, competitiva, fugaz até. Nos dias de hoje, cada vez mais as palavras são aplicadas "a dedo", "palavras chave", escolhidas através de programas que seguem o fluxo dos utilizadores no mundo virtual. Nada é ao acaso, seja para uma campanha, artigo ou mesmo um curso.
Com o regular aparecimento de certas palavras no nosso quotidiano, o ser humano acaba por criar generalizações. Desconhecimento, tradução, mais na "moda" ou sonante, maior aceitação, é assim, que uma palavra pode ter diversas associações por vezes menos correcta.
Certamente já vos aconteceu estarem a falar com alguém, utilizando a mesma palavra repetidamente, mas durante o seguimento, um, chega à conclusão de que outro não está a falar sobre o mesmo tema.
Coaching é a palavra chave, seguida por " Coach" e ambas estão interligadas.
Frequentemente as vês conectadas a cursos/formação sobre o mercado financeiro, por isso cuidado.
Coaching não é o mesmo que Formação, Mentoria, Consultoria ou Terapia.
O que é Coaching?
A definição não é minha mas sim da Sociedade portuguesa de Coaching profissional-SPC: "Coaching é um processo de aprendizagem e desenvolvimento humano que visa ajudar as pessoas a realizar os seus objectivos, baseando-se nas suas próprias competências e durante o qual descobrem as suas próprias soluções, as pessoas têm em si mesmas a capacidade de se auto-superar, de encontrar as suas próprias respostas e soluções e construir, assim, o seu próprio caminho.
Em todo este processo, o Coach acompanha-o, numa relação de parceria.Trata-se de uma actividade profissional séria, que produz um grande impacto na vida dos pessoas. O Coach é um facilitador de transformações relevantes na vida dos seus clientes."
O Instituto de Ciências Comportamentais e de Gestão define Coaching como "um processo facilitador de ação e mudança que ajuda as pessoas a atingir os seus objectivos (pessoais ou profissionais), baseando-se nas suas próprias competências e habilidades. Estimula-as a alcançar o seu melhor, maximizando o seu potencial, transportando-as de onde estão (estado atual) para onde querem chegar (estado desejado), através de uma metodologia própria, técnicas e ferramentas.
O Coaching ajuda-o a:
- Clarificar, definir e atingir objetivos, transformando intenções em ações concretas
- Ter consciência do seu potencial, utilizá-lo e desenvolvê-lo para chegar onde deseja
- Desenvolver novas perspetivas, formas de pensar e agir e, assim, conseguir outros resultados
- Potenciar a comunicação e relações interpessoais positivas
- Superar limitações, medos e bloqueios, mantendo o foco e a motivação
- Fortalecer a confiança, autoestima e inteligência emocional."
Na minha perspectiva (de Coach) poderíamos traduzir esta prática como um processo de
C larificação de ideias e caminhos com
O bjectivos alcançáveis e ecológicos suportados pelo
A utodesenvolvimento,
extraindo o melhor de ti de forma
C onsciente e
(re)construtiva, vislumbrando
H armonia entre o “Eu” e o
“Meio”. É
I ntrínseco e complexo,
N orteador, mas também
G erador motivacional.
Será isto compatível com os mercados financeiros?
Bons pensamentos.
quinta-feira, 22 de março de 2018
Nos investimentos financeiros "ela" é aliada ou inimiga
Novidade. Sonho. Capital. Corretora. Comissões. Dinheiro. Rentabilidade. Independentemente da ordem, estas serão as palavras que aparecerão na sua mente, quando pensa nos mercados financeiros.
Trilhado o caminho, o investidor vê-se confrontado com outro leque de palavras: manipulação, difícil, incapaz, desistir, perda, auto-sabotagem, formação.
Dependendo do decorrer do percurso aparece uma bifurcação, que obriga o investidor a uma reflexão. Estou fora, chega, não dá!- dizem uns traders! A reflexão de outros investidores, os direcciona para mudanças de atitude, melhoria de conhecimentos, etc.
E quando o investidor é casado (e talvez pai de família) e já está numa bifurcação?
Que impacto teve na família?
Como ficou o núcleo familiar?
Como reage a sua esposa ao saber que investe na bolsa de valores?
Pouco ou nada se fala sobre o assunto. Mas o conflito existe, e em casos extremos, o divórcio foi a porta que se abriu, pelo percurso e omissões da decisão.
Noutras situações, existe a esposa que sabe onde uma parte do património de ambos está a ser utilizado, mas não acredita na opção por desconhecimento, ou por não ver um retorno financeiro.
Em outro nível, existe a esposa que sabe para onde está a ser canalizado uma parte do património. Ambos dialogam sobre a decisão. Ela sabe qual a motivação dessa opção, por vezes vai para além de rentabilidade, uma busca de um sonho/mudança. Chega a acompanhá-lo nas actividades que a corretora realiza gratuitamente, em busca de conhecimento de como funcionam os mercados financeiros, compreender os riscos a eles associados, em suma, saber mais sobre o assunto (e acreditem que elas existem).
Apesar desse apoio e esforço, há algo que as puxa para trás. O que é? A perda monetária. O sentimento que a cada decisão de investimento, pode estar a prejudicar a família. Um sentimento ainda mais forte, quando existem filhos dentro do núcleo. E inconscientemente acaba por não ser um elemento de apoio.
E tu, como te sentes quando investes e perdes dinheiro? Dinheiro que daria para umas boas férias em família, mudança de carro, para as obras em casa, ou quem sabe amortizar o empréstimo da mesma.
Tem havido equilíbrio entre ti, esposa e investir na bolsa de valores?
Acredito que tua família seja importante para ti, é por isso que a construíste.
Então, como posso diminuir possíveis conflitos?
A sintonia entre o diálogo e os actos pode ser um bom início. Quem sabe para onde caminha, não fica surpreendido com os possíveis cenários.
Investir nos mercados financeiros, requer também assumir riscos, como se de uma empresa se tratasse e por isso um plano é fundamental.
Ela sabe o que te motiva a investir nos mercados financeiros?
Qual a percentagem do património que está, ou vai alocado?
Qual é objectivo? Como pretende atingir o objectivo?
Em caso dos investimentos correrem menos bem, qual será o valor máximo de perda num ano?
Que conhecimentos dispões para investir na bolsa de valores?
Esta decisão, prejudicará os compromissos futuros?
Quanto mais perguntas surgirem durante o diálogo, num ambiente calmo, maior probabilidade terá em diminuir um stress futuro, bem como, encontrará a nível inconsciente maior tranquilidade na hora de investir.
A esposa pode tornar-se um elemento fundamental de apoio, motivação e de alerta quando tentar desviar do plano inicial.
Não precisas pedir o divórcio! Dialoga, ama-a e sê feliz em família!
Votos de muita prosperidade!
Trilhado o caminho, o investidor vê-se confrontado com outro leque de palavras: manipulação, difícil, incapaz, desistir, perda, auto-sabotagem, formação.
Dependendo do decorrer do percurso aparece uma bifurcação, que obriga o investidor a uma reflexão. Estou fora, chega, não dá!- dizem uns traders! A reflexão de outros investidores, os direcciona para mudanças de atitude, melhoria de conhecimentos, etc.
E quando o investidor é casado (e talvez pai de família) e já está numa bifurcação?
Que impacto teve na família?
Como ficou o núcleo familiar?
Como reage a sua esposa ao saber que investe na bolsa de valores?
Pouco ou nada se fala sobre o assunto. Mas o conflito existe, e em casos extremos, o divórcio foi a porta que se abriu, pelo percurso e omissões da decisão.Noutras situações, existe a esposa que sabe onde uma parte do património de ambos está a ser utilizado, mas não acredita na opção por desconhecimento, ou por não ver um retorno financeiro.
Em outro nível, existe a esposa que sabe para onde está a ser canalizado uma parte do património. Ambos dialogam sobre a decisão. Ela sabe qual a motivação dessa opção, por vezes vai para além de rentabilidade, uma busca de um sonho/mudança. Chega a acompanhá-lo nas actividades que a corretora realiza gratuitamente, em busca de conhecimento de como funcionam os mercados financeiros, compreender os riscos a eles associados, em suma, saber mais sobre o assunto (e acreditem que elas existem).
Apesar desse apoio e esforço, há algo que as puxa para trás. O que é? A perda monetária. O sentimento que a cada decisão de investimento, pode estar a prejudicar a família. Um sentimento ainda mais forte, quando existem filhos dentro do núcleo. E inconscientemente acaba por não ser um elemento de apoio.
E tu, como te sentes quando investes e perdes dinheiro? Dinheiro que daria para umas boas férias em família, mudança de carro, para as obras em casa, ou quem sabe amortizar o empréstimo da mesma.
Tem havido equilíbrio entre ti, esposa e investir na bolsa de valores?
Acredito que tua família seja importante para ti, é por isso que a construíste.
Então, como posso diminuir possíveis conflitos?
A sintonia entre o diálogo e os actos pode ser um bom início. Quem sabe para onde caminha, não fica surpreendido com os possíveis cenários.
Investir nos mercados financeiros, requer também assumir riscos, como se de uma empresa se tratasse e por isso um plano é fundamental.
Ela sabe o que te motiva a investir nos mercados financeiros?
Qual a percentagem do património que está, ou vai alocado?
Qual é objectivo? Como pretende atingir o objectivo?
Em caso dos investimentos correrem menos bem, qual será o valor máximo de perda num ano?
Que conhecimentos dispões para investir na bolsa de valores?
Esta decisão, prejudicará os compromissos futuros?
Quanto mais perguntas surgirem durante o diálogo, num ambiente calmo, maior probabilidade terá em diminuir um stress futuro, bem como, encontrará a nível inconsciente maior tranquilidade na hora de investir.
A esposa pode tornar-se um elemento fundamental de apoio, motivação e de alerta quando tentar desviar do plano inicial.
Não precisas pedir o divórcio! Dialoga, ama-a e sê feliz em família!
Votos de muita prosperidade!
domingo, 11 de março de 2018
Por detrás da neblina
O mercado financeiro não muda, é igual dia após dia. O que muda somos nós. Pessoas com ambições, objectivos, incertezas, e a lista que se estende conforme a individualidade de cada um.
Olhava para o monitor com o mesmo entusiasmo, mas o foco não estava lá. O desconforto, a temperatura do corpo levava-me a assumir uma postura de ausência, algo não estava bem - dizia eu.
É quando sentimos que a "rotina" do nosso bem estar é quebrada que levamos em consideração, nem que seja por breves momentos, como é bom sentirmo-nos saudáveis novamente. Esta analogia relacionada ao corpóreo, também se assemelha à relação que podemos ter com o dinheiro.
"Quando tiver x, vou fazer isto, aquilo,...", "...se os meus investimentos renderem y, vou fazer uma viagem especial em família...", entre muitas outras frases. O sonho começa saudável, altas expectativas, e quando as variáveis se desviam do "propósito" inicial, o investidor sente os pilares a ruírem.
Agora, o investidor num estado emocional alterado, tenta ver o caminho mas apenas encontra pequenas bifurcações num vale, onde o sol há muito se deitou. Durante essa caminhada, quando o investidor permanece mais em silêncio, surge uma ou outra pergunta: "O que poderia ter feito com o dinheiro?", "O que poderia comprar com o dinheiro perdido?", "Podia ter realizado aquela viagem especial?", "Precisava de mais dinheiro para fazer o que queria?".

Aqueles que se atreverem a fazer uma reflexão um pouco mais profunda, acabam por encontrar as suas respostas. Concluem que (talvez) muitos dos projectos poderiam ter sido realizados há um, dois anos, ou seis meses atrás. A questão não era o dinheiro. Algo estava encoberto por uma cortina, e num ambiente de reflexão, cumplicidade e confidencialidade, tudo ganha outra nitidez.
O sol volta a nascer normalmente, as bifurcações permanecem, mas desta vez consegue ver as placas com direcção. Agora num estado emocional mais alinhado com o seu propósito, o eco é outro.
O que quero fazer?
O que me dá tranquilidade?
O que é importante na minha vida?
Boa caminhada!
Olhava para o monitor com o mesmo entusiasmo, mas o foco não estava lá. O desconforto, a temperatura do corpo levava-me a assumir uma postura de ausência, algo não estava bem - dizia eu.
É quando sentimos que a "rotina" do nosso bem estar é quebrada que levamos em consideração, nem que seja por breves momentos, como é bom sentirmo-nos saudáveis novamente. Esta analogia relacionada ao corpóreo, também se assemelha à relação que podemos ter com o dinheiro.
"Quando tiver x, vou fazer isto, aquilo,...", "...se os meus investimentos renderem y, vou fazer uma viagem especial em família...", entre muitas outras frases. O sonho começa saudável, altas expectativas, e quando as variáveis se desviam do "propósito" inicial, o investidor sente os pilares a ruírem.
Agora, o investidor num estado emocional alterado, tenta ver o caminho mas apenas encontra pequenas bifurcações num vale, onde o sol há muito se deitou. Durante essa caminhada, quando o investidor permanece mais em silêncio, surge uma ou outra pergunta: "O que poderia ter feito com o dinheiro?", "O que poderia comprar com o dinheiro perdido?", "Podia ter realizado aquela viagem especial?", "Precisava de mais dinheiro para fazer o que queria?".

Aqueles que se atreverem a fazer uma reflexão um pouco mais profunda, acabam por encontrar as suas respostas. Concluem que (talvez) muitos dos projectos poderiam ter sido realizados há um, dois anos, ou seis meses atrás. A questão não era o dinheiro. Algo estava encoberto por uma cortina, e num ambiente de reflexão, cumplicidade e confidencialidade, tudo ganha outra nitidez.
O sol volta a nascer normalmente, as bifurcações permanecem, mas desta vez consegue ver as placas com direcção. Agora num estado emocional mais alinhado com o seu propósito, o eco é outro.
O que quero fazer?
O que me dá tranquilidade?
O que é importante na minha vida?
Boa caminhada!
domingo, 4 de fevereiro de 2018
O sucesso está em diversificar o invisível
O mercado financeiro é dinâmico, existindo várias opções possíveis de investimento para diversificar. Alguns investidores consideram essa diversidade um dos principais elementos para o sucesso, outros nem tanto. Ambos os lados apresentam argumentos plausíveis. Para um investidor com recursos mais limitados, isto é, com uma conta de valor mais reduzido, a diversificação pode ter o efeito contrário.
É comum em alguns investidores que têm uma passagem menos positiva pela bolsa, dizerem "o meu problema foi diversificar", "diversifiquei e mesmo assim perdi". E mesmo assim, continuar longe da verdadeira questão. Um dia dedicarei mais tempo ao tema das últimas linhas.
Hoje o tema é: O sucesso está em diversificar o invisível.
As (melhores) oportunidades nem sempre aparecem no momento que desejamos. O que fazer? Esperar? Tens a certeza? Enquanto a resposta tarda a chegar, poderias pensar nas seguintes palavras.
Pára de negociar a tua autoestima na bolsa?
Não percebi?
Com frequência transportamos os desejos, os sonhos, os novos projectos para a bolsa. Se eu ganhar tanto, farei isto, aquilo, etc...Quando o comportamento do mercado financeiro vai em sentido oposto do planeado, a auto-estima, a auto-confiança, parece cair num buraco sem fundo. O que pode levar a esse extremo?
Para alguns investidores, negociar na bolsa de valores é como negociar com a sua "vida" (em sentido figurado). Vida esta que só existirá após alcançar um determinado objectivo. Isto não acontece só com os investidores, mas também com todas as pessoas no geral, que se dedicam de uma forma pouco equilibrada a um objectivo.
Quando se investe na bolsa com a "vida", o investidor tende a abrir as portas à vulnerabilidade, à pressão, ao baixo desempenho, vivendo tempos categorizados como cinzentos. É isso que queres? Certamente que não. Então, considera diversificar o invisível. Um dos caminhos para o sucesso reside em dedicar algum tempo a esse princípio.
O que é diversificar o invisível?
Somos seres humanos completos, complexos e extraordinários, mas na maioria das vezes afastamos-nos mais da nossa essência do que deveríamos. Este comportamento transparece frequentemente na incoerência dos nossos actos. Sabemos o que é melhor para nós mas agimos contrariando isso. Investir no invisível é investir na harmonia entre coração e cabeça, entre racional e emocional. A emoção, os afectos são basilares no nosso dia a dia, em qualquer tarefa que desempenhemos. Havendo equilíbrio emocional aprendemos a relativizar o racional e consequentemente, o que de menos bom nos possa acontecer. Estamos sempre a tempo de reavaliar as nossas acções, não só as da bolsa mas as da nossa vida, subentenda-se as nossas atitudes. Como nos ensinou O Principezinho de Antoine Saint-Exupéry "o essencial é invisível aos nossos olhos".
É comum em alguns investidores que têm uma passagem menos positiva pela bolsa, dizerem "o meu problema foi diversificar", "diversifiquei e mesmo assim perdi". E mesmo assim, continuar longe da verdadeira questão. Um dia dedicarei mais tempo ao tema das últimas linhas.
Hoje o tema é: O sucesso está em diversificar o invisível.
As (melhores) oportunidades nem sempre aparecem no momento que desejamos. O que fazer? Esperar? Tens a certeza? Enquanto a resposta tarda a chegar, poderias pensar nas seguintes palavras.
Pára de negociar a tua autoestima na bolsa?
Não percebi?
Com frequência transportamos os desejos, os sonhos, os novos projectos para a bolsa. Se eu ganhar tanto, farei isto, aquilo, etc...Quando o comportamento do mercado financeiro vai em sentido oposto do planeado, a auto-estima, a auto-confiança, parece cair num buraco sem fundo. O que pode levar a esse extremo?
Para alguns investidores, negociar na bolsa de valores é como negociar com a sua "vida" (em sentido figurado). Vida esta que só existirá após alcançar um determinado objectivo. Isto não acontece só com os investidores, mas também com todas as pessoas no geral, que se dedicam de uma forma pouco equilibrada a um objectivo.
Quando se investe na bolsa com a "vida", o investidor tende a abrir as portas à vulnerabilidade, à pressão, ao baixo desempenho, vivendo tempos categorizados como cinzentos. É isso que queres? Certamente que não. Então, considera diversificar o invisível. Um dos caminhos para o sucesso reside em dedicar algum tempo a esse princípio.
O que é diversificar o invisível?
Somos seres humanos completos, complexos e extraordinários, mas na maioria das vezes afastamos-nos mais da nossa essência do que deveríamos. Este comportamento transparece frequentemente na incoerência dos nossos actos. Sabemos o que é melhor para nós mas agimos contrariando isso. Investir no invisível é investir na harmonia entre coração e cabeça, entre racional e emocional. A emoção, os afectos são basilares no nosso dia a dia, em qualquer tarefa que desempenhemos. Havendo equilíbrio emocional aprendemos a relativizar o racional e consequentemente, o que de menos bom nos possa acontecer. Estamos sempre a tempo de reavaliar as nossas acções, não só as da bolsa mas as da nossa vida, subentenda-se as nossas atitudes. Como nos ensinou O Principezinho de Antoine Saint-Exupéry "o essencial é invisível aos nossos olhos".
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
Devolve-te ao equilíbrio
Quando um investidor quando dá os seus primeiros passos nos mercados financeiros, algo muda na sua rotina, muitas vezes sem se aperceber. O que acontece? Gradualmente deixa-se absorver, e tudo começa pelo acompanhamento do desempenho da bolsa ao final do dia. Segue-se a curiosidade, a aprendizagem, a expectativa de investimento, que o levam a estender o período que lhe dedica também durante o fim de semana. Ainda que sem disso ter noção, está a ser não só absorvido como "engolido" pelos mercados.
É um facto que quando o ser humano encontra algo que gosta, se dedica mais, pesquisa, e a sua entrega é cada vez maior, seja na sua área profissional seja num passatempo ou mesmo relação. É fulcral encontrar o caminho para a sua auto-realização.
Nem sempre os motivos dos investidores estão bem definidos, e muito menos são iguais aos demais. Dinheiro, nova profissão, liberdade, rentabilização do património a longo prazo, jogo... e esta lista continua. No entanto, existe algo que é transversal a todos os investidores, embora em certos casos, num estado mais inconsciente, uma necessidade de mudança.
No inicio, o investidor analisava as possíveis oportunidades ao final do dia, e num estado de espírito mais tranquilo. Quando surgia algo de interesse, e conforme a sua estratégia, colocava as ordens de compra e os seus objectivos na plataforma para serem executadas no dia seguinte.
Actualmente, há cada vez mais investidores que o durante o seu horário laboral, acompanham a bolsa e realizam operações. Uma incessante busca por ganhar dinheiro, que se revela numa ginástica contraproducente.
Uma das partes sai prejudicada a longo prazo, se não forem mesmo as duas. Até arriscaria a dizer mesmo três: dinheiro, rentabilidade como profissional, e (o mais importante) estado emocional. É necessário algum cuidado quanto ao teu "EU". O dinheiro vai e vem. Ao recolocar o foco no trabalho, a rentabilidade aumenta. Para tudo funcionar é imprescindível que o teu "EU" esteja equilibrado.
No período laboral, o teu interesse (/gosto) pelo trabalho tem diminuído desde que começaste a negociar?
Como te sentes emocionalmente?
Qual o nível da tua energia?
Hoje a tecnologia e as corretoras têm proporcionado aos seus clientes, a possibilidade de acompanhar o mercado financeiro em tempo real. Em qualquer lugar desde que se tenha um Smartphone ou Tablet, e ligação à Internet. Um meio interessante quando utilizado nas devidas circunstâncias, mas que abre portas ao facilitismo, à tomada de decisões pouco reflectidas, que eventualmente trazem alguns dissabores aos investidores.
Queres que o teu capital (e não só) resista? Então vai com calma. Foca-te no trabalho quando estás no período laboral. Dedica um momento especifico no final do dia, para uma breve análise ao desenvolvimento ocorrido no mercado. Diminuirás a ansiedade e a irritabilidade gerada pela tentativa de conciliação: negociação e trabalho.
Boa caminhada de regresso ao teu ponto de equilíbrio.
Investe tempo no teu "EU".
É um facto que quando o ser humano encontra algo que gosta, se dedica mais, pesquisa, e a sua entrega é cada vez maior, seja na sua área profissional seja num passatempo ou mesmo relação. É fulcral encontrar o caminho para a sua auto-realização.
Nem sempre os motivos dos investidores estão bem definidos, e muito menos são iguais aos demais. Dinheiro, nova profissão, liberdade, rentabilização do património a longo prazo, jogo... e esta lista continua. No entanto, existe algo que é transversal a todos os investidores, embora em certos casos, num estado mais inconsciente, uma necessidade de mudança.
No inicio, o investidor analisava as possíveis oportunidades ao final do dia, e num estado de espírito mais tranquilo. Quando surgia algo de interesse, e conforme a sua estratégia, colocava as ordens de compra e os seus objectivos na plataforma para serem executadas no dia seguinte.
Actualmente, há cada vez mais investidores que o durante o seu horário laboral, acompanham a bolsa e realizam operações. Uma incessante busca por ganhar dinheiro, que se revela numa ginástica contraproducente.
Uma das partes sai prejudicada a longo prazo, se não forem mesmo as duas. Até arriscaria a dizer mesmo três: dinheiro, rentabilidade como profissional, e (o mais importante) estado emocional. É necessário algum cuidado quanto ao teu "EU". O dinheiro vai e vem. Ao recolocar o foco no trabalho, a rentabilidade aumenta. Para tudo funcionar é imprescindível que o teu "EU" esteja equilibrado.
No período laboral, o teu interesse (/gosto) pelo trabalho tem diminuído desde que começaste a negociar?
Como te sentes emocionalmente?
Qual o nível da tua energia?
Hoje a tecnologia e as corretoras têm proporcionado aos seus clientes, a possibilidade de acompanhar o mercado financeiro em tempo real. Em qualquer lugar desde que se tenha um Smartphone ou Tablet, e ligação à Internet. Um meio interessante quando utilizado nas devidas circunstâncias, mas que abre portas ao facilitismo, à tomada de decisões pouco reflectidas, que eventualmente trazem alguns dissabores aos investidores.
Queres que o teu capital (e não só) resista? Então vai com calma. Foca-te no trabalho quando estás no período laboral. Dedica um momento especifico no final do dia, para uma breve análise ao desenvolvimento ocorrido no mercado. Diminuirás a ansiedade e a irritabilidade gerada pela tentativa de conciliação: negociação e trabalho.
Boa caminhada de regresso ao teu ponto de equilíbrio.
Investe tempo no teu "EU".
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