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Um espaço onde quem lidera é o mercado financeiro. Aqui encontras a minha opinião, mas a tua também é bem-vinda, partilha-a.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Estudo de Mercado às empresas do PSI-20

No início de uma nova semana, nada melhor do que partilhar um breve comentário sobre as 18 empresas do PSI-20.
Bons investimentos!
quarta-feira, 16 de maio de 2018

Altri SGPS, Semapa e The navigator Company SA são empresas que brilham

Altri SGPS, Semapa e The navigator Company SA: são as empresas em destaque. Partilho algumas perspectivas a curto prazo para os títulos.
Bons investimentos!
quinta-feira, 10 de maio de 2018

O tempo revelerá o segredo da Impresa

A Impresa mantém o seu movimento de indefinição há praticamente um mês na área de 0.26€ por acção. Numa perspectiva mais ampla, o título continua a negociar dentro de um canal descendente que iniciou em 2018. Durante os últimos tempos muito se tem falado sobre a Impresa, NOS SGPS, Altice e Media Capital. Uma dança ainda inacabada.
Gráfico diário da Impresa

A Impresa em 2017, em apenas cinco meses, valorizou 200% num forte movimento impulsivo e de lá para cá, praticamente devolveu todo o seu optimismo. O que fará nos próximos tempos? A dúvida de um novo fundo inquieta o investidor.
Um cenário que pode ser inviabilizado caso:

  • respeite a área de 0.2519€ (preferencialmente);
  • faça o rompimento do canal descendente;
  • aumente o volume para defender a área. 
Desde que atingiu os 0.2330€  a 13 de Março, o título chegou a valorizar 20% de uma forma tímida e pouco reveladora, um percurso com pouco volume espelhando a ideia de falta de interesse. A conquista pela área dos 0.2815€ é fundamental para abrir novas perspectivas a curto, médio prazo.

Um cenário menos positivo para a Impresa seria a continuação de falta de interesse dos investidores, aumentaria a probabilidade do titulo caminhar um tanto lateral nos próximos tempos (entre 0.2130€ a 0.2815€).

O tempo revelará a forma da Impresa sair deste impasse.
quarta-feira, 9 de maio de 2018

Análise técnica : CTT Correios de Portugal e Sonae sgps

Os CTT Correios de Portugal e SONAE SGPS: são as empresas em destaque. Partilho algumas perspectivas a curto prazo para os títulos.
Bons investimentos!
terça-feira, 8 de maio de 2018

Perspectivas para BCP e Pharol

O Banco Comercial Português (BCP) e a Pharol SGPS (PHRA): são as empresas em destaque. Dois títulos que têm proporcionado aos investidores algumas oportunidades de trading. Partilho algumas perspectivas a curto prazo para os títulos.
Bons trades!
terça-feira, 1 de maio de 2018

Gostaria de investir em acções, mas não sei por onde começar?

Um certo dia, um jovem cheio de energia e de sonhos, decidiu comprar um bilhete de comboio e embarcar naquela que seria simultaneamente uma aventura e a viagem da sua vida. O destino: a capital. Esse lugar por si desconhecido exercia nele um fascínio inexplicável, pelo que lia, pelo que ouvia dizer as pessoas, pelas imagens que via e criava. Na sua imaginação a capital era "O Lugar": das oportunidades de trabalho e de negócios, das casas grandes e luxuosas, dos carros e motos de alta cilindrada, da cultura e organização e cultura enfim, um lugar de sucesso onde tudo parecia perfeito.

Num misto de nervosismo e excitação esqueceu-se de questionar sobre a duração da viagem e o bilhete também não tinha essa informação. "Posso sempre perguntar ao revisor quando passar". pensou.
O tempo foi passando e para grande admiração do jovem, o comboio não fazia paragens em nenhumas estações e consequentemente ninguém entrava ou saia. E do revisor nem sinal.
Sem ter com quem falar ou sequer trocar impressões, ainda que banais, restava-lhe apreciar a paisagem pela janela, a beleza do entardecer e saborear a tranquilidade que o silêncio lhe proporcionava.
O abrandamento do comboio fê-lo despertar dos seus pensamentos. O seu estômago contraiu-se. Disse para consigo: "Cheguei! Eu consegui." Ao sair da carruagem e ao pisar solo citadino sentiu-se realizado, mas a felicidade que sentia foi subitamente assombrada: "E agora?". Era quase noite, o lugar desconhecido, os transeuntes estranhos e o jovem sem roteiro ou destino.
Após um rápido reconhecimento visual à área circundante, e ainda indeciso, ouviu vozes e deixou-se levar até elas. Parou diante de um majestoso edifício, que apesar da hora, tinha a porta aberta.
Na esperança de ali encontrar as respostas que pretendia, subiu os três degraus da entrada e lentamente percorreu o corredor que o levava até às tais vozes que ouvia.
Outra porta. As vozes cessaram e deu por si numa sala onde um senhor de cabelo grisalho, de costas voltadas para a porta, pintava uma tela de grandes dimensões. Sem se voltar, o senhor convidou o jovem a entrar. Por sua vez, este começou a justificar-se, atropelando as poucas palavras e esforçando-se para que fosse credível. A dado o momento o pintor indicou-lhe a direcção da cozinha onde poderia encontrar comida acabada de fazer. E deduzindo que não teria onde dormir e que estava cansado ofereceu-lhe o sofá para pernoitar.
Sensibilizado com a atitude daquele desconhecido, e como não estava em posição de recusar  qualquer ajuda, aceitou de bom grado. Durante e após a refeição, o jovem, sempre observador, reparou que aquele espaço tinha muito poucas peças de mobiliário comparativamente com uma casa comum e que, em oposição a isso, havia quadros empilhados e distribuídos por todo o lado.
Interiormente justificou tal facto como aquele sendo somente um local de trabalho. Ao sentir o regresso do seu "hóspede" e sem desviar o olhar da tela, o pintor discursou sobre a cidade, a localização daquele espaço/atelier, locais a visitar, melhores trajectos, bem como o alertou para a inexistência de transportes públicos naquela rua.
O jovem esforçou-se para absorver toda a informação oferecida. Com esta, foi-lhe ainda dito onde encontraria um mapa, algo que lhe seria muito útil. O jovem sentiu-se afortunado e grato por toda aquela oportunidade, pelo ambiente, conforto (emocional) e pela imediata empatia que estabeleceu com o artista.
Entregue aos seus pensamentos, nem reparou que o senhor de cabelos grisalhos deixara de pintar e o fixava. Quando se apercebeu ficou atrapalhado e envergonhado, não queria de todo parecer ingrato.
Com um ténue sorriso e um ligeiro brilho no olhar, o pintor desafia o jovem: "Queres pintar?
Tens todo o material de que precisas: telas, pincéis, cavalete... aproveita, usufrui e relaxa."
O jovem sentiu-se instigado mas perdido. O que lhe estavam a propor era óptimo, algo que nunca pensou em fazer, mas daí a ousar experimentar... O que pintaria? E quem seria afinal aquele homem, que não o conhecendo o acolheu e ainda lhe disponibilizou a matéria prima do seu trabalho? Ainda muito hesitante, escolheu uma tela, colocou-a lentamente no cavalete e sentou-se no pequeno banco de madeira. "Seria ele também capaz de criar quadros de tamanha beleza?" pensava.
Arriscou. E a tela ganhava forma a cada pincelada, a cada cor quando, num infeliz descuido, a deixou cair no chão e a estragou. Ficou desesperado, envergonhado, chateado consigo quer pela negligência quer pelo desperdício de recursos. Contrapondo esta atitude, o pintor permanecia imperturbável e incentivava-o a recomeçar.
Espantado pela ausência de qualquer repreensão ou expressão de desagrado, o rapaz recusou-se a pegar noutra tela. E esteve assim durante alguns minutos, mas não resistiu e, cedendo à tentação, pegou noutra tela. E novamente as cores a preenchiam. Desta vez era uma paisagem e estava a gostar do resultado, mas a inexperiência fez com que a tentativa de realçar as árvores tivesse um desfecho desastroso. Aborrecido, trocou aquela tela por outra nova e entregou-se novamente à magia de criar. E assim esteve algumas horas, numa busca incessante da obra perfeita, sem sucesso, mas cada vez com mais vontade de a alcançar. De repente... era a última tela disponível, a última tentativa para realizar o seu inesperado desejo: criar um presente para aquele homem, pela hospitalidade e  por tudo o que estava a fazer por ele. Com afinco e pinceladas, cores e ideias bem definidas, eis que alcançou o seu objectivo. Estava tão cansado devido à intensidade do dia que, enquanto apreciava a sua obra, recostado no sofá, adormeceu. Horas depois, quando acordou com a forte luz que atravessava as largas janelas daquele lugar, os seus olhos encontraram o seu quadro e sorriu: estava como pretendia.
Mas havia ali mais qualquer coisa, um bilhete. Levantou-se e leu "Acredito que esta tela seja importante para ti, pois vi o quanto te dedicaste. Tomei a liberdade de pegar nas tuas telas anteriores    e de as colocar por ordem na parede, junto ao meu quadro. Regresso brevemente. Ate lá, fica à vontade".
Olhou em redor, percebeu que estava sozinho. Todos os quadros ganharam uma beleza sem igual com a incidência da luz solar neles. Aproximou-se do quadro do seu mestre que estava envolto de um pano. Procurou os seus quadros, mas infrutíferamente. Até que um quadro lhe chamou particularmente a atenção, parecia um puzzle, mas incompleto. Instintivamente, pegou no "quadro perfeito" e pendurou-o no canto vazio. Afastou-se para apreciar melhor e ficou surpreendido. Aquelas eram mesmo as suas telas e juntas compunham uma obra da qual se orgulhava.
Como o senhor de cabelo grisalho não aparecia e a curiosidade relativamente à tela coberta pelo pano negro aumentava, não resistiu e pô-la a descoberto.
O jovem petrificou. Como era possível?! A imagem das suas várias telas era a mesma que estava concentrada numa só tela, a do seu mestre. Tal situação agitou bastante o rapaz que se movia freneticamente tentando encontrar um fio condutor, uma justificação lógica para o sucedido.
A demora do enigmático pintor possibilitou uma análise e observação mais atenta das obras.
Eram-lhe tão familiares! Remexeu em alguns e assustou-se com um em particular. Nele estava retratada a sua família. A surpresa fê-lo recuar, tropeçar, desequilibrar-se e cair no chão.
Ouviu vozes. Ouviu motores de carros. Devagar abriu os olhos . Olhou à sua volta e ficou baralhado. Afinal o que fazia naquele jardim? E o atelier? Os quadros? Não podia ter sido só um sonho, as imagens daquele lugar eram demasiados fortes, familiares e estavam bem presentes na sua cabeça. Ainda assim, reuniu forças, levantou-se e iniciou a sua caminhada.

Na sociedade actual, o tempo para a reflexão parece distorcido, escasso, até mesmo inacessível.
O ser humano tem sido submetido a estímulos que promovem impulsividade de diversos tipos.
Seja o inicio pelos mercados de acções  ou em qualquer outro projecto é essencial perceber o mais aproximadamente as motivações, os objectivos e as consequências que daí podem advir.
O inicio está em ti!
segunda-feira, 30 de abril de 2018
domingo, 29 de abril de 2018

Ouvidos para ti


Ouvidos disponíveis! Numa sociedade cada vez mais individualista, em que não se tem tempo para viver sem pressa, em que as responsabilidades se acumulam e as actividades de satisfação imediata nos povoam os pensamentos, torna-se urgente e essencial ter alguém que nos ouça, bem como algum tempo e disponibilidade para nos ouvirmos. Quem de nós não precisa de se sentir compreendido? Quantos de nós procuram incessantemente por um amigo em quem se possa confiar ou pelo menos um par de ouvidos para alugar? É benéfico para todos nós, sem excepção, falar, desabafar sem recear julgamentos nem preconceitos, conversar sem pudores nem reservas. Eu estou aqui, conta-me a tua história, expõe os teus receios, fala comigo. Às vezes um estranho pode ajudar.

Faz sentido? Se sim, envia uma mensagem privada pelo Facebook , ou através do blogue  no formulário de contacto. Decorrerá via skype e por um período de 45 minutos. Preenche um dos muitos períodos que irei disponibilizar entre 30 de Abril a 6 Maio.